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Write some words about you and your blog here

Por Gentileza.

Ultimamente tenho descoberto a história de um conhecido profeta. Muitos já ouviram falar sobre Gentileza, poucos conhecem José Datrino e param pra pensar sobre a importância, seriedade e motivo de sua famosa trajetória como "José Agradecido". Após a tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ali em Niterói, em dezembro de 1961, ele ofereceu consolo e solidariedade aos parentes das vítimas e, após isso, começou a andar pelo país pregando o desprendimento ao mundo material e valorização do sentimento gentil. Mas pra você o que é gentileza? Será que nós, que vivemos apressados pelas ruas da cidade, esquecemos o sentido dessa palavra? Muita gente culpa a ausência dessa consciência ao dinheiro, à situação econômica que vive, já que.. tem dificuldades em se manter, como doará ao próximo, certo? Errado. Ninguém deve deixar sua moradia, abrir mão completamente de sua vida econômica e andar pelas ruas vestindo túnica branca, cabelos e barba longas, para ser considerado (ou considerar-se) uma pessoa gentil. Ser gentil não é, necessariamente, desprender-se da vida material, ou dar grandes quantias à orfanatos, asilos ou entidades parecidas. A melhor forma de se mostrar solidário é doando o que a maioria das pessoas no mundo, sejam elas ricas ou pobres, carece: atenção. Um sorriso, um abraço sincero, uns minutos de conversa, um olhar que transmita interesse em ouvir um desabafo, uma resposta simpática à uma pergunta simples, além de um obrigado, com licença, por favor, bom dia, perdão... Pode mudar completamente o dia, ou até a vida de uma pessoa. Não espere a próxima enchente no Sul, ou próxima edição do Criança Esperança pra se sentir a melhor pessoa do mundo, como se tivesse livre de dar atenção ao próximo pelos próximos meses. Sempre tenha em mente que tudo que você faz um dia volta pra você. Cada um colhe o que planta. Gentileza gera Gentileza!

Dispensa títulos (;

23 de novembro de 2008. Pra ela, mais um show com ele. Pra ele, em mente um dia que poderia ser especial. Até então, tudo normal. Fila. Revista. Entrega de ingresso. Entrada no show. Conversas. Carinhos. Risadas. Pessoas chegando. Lugar enchendo. Apresentação de bandas enquanto não começava o show da banda principal. Poderia ser um show como outro qualquer. Mas não. Num certo momento, uma frase dela seguida de um beijo no rosto: 'Gosto muito de você sabia?' O tempo parou. Ele parou. Pensou. Reagiu surpreendentemente com um discurso inesquecível: 'Treinei em casa o que falar, mas quando tô com você não consigo dizer tudo que queria... não me vejo mais sem você, não paro de pensar em você... Quer namorar comigo?' Ele soltou. Ela adorou. Sem pensar duas vezes ela aceitou. 'Quero'. Aquilo que rolava há 1 ano e 3 meses se oficializou. Tudo mudou. Pra melhor. Sintonia e vontade de estar juntos já existia. Apartir de então, mais momentos, mais liberdade, a história deles estava só começando. Convivência, festas de família, namoro em casa, saídas, festas dos amigos, boa sorte nas provas, torcida, notícias dos resultados, parabéns, compras no shopping, troca de presentes, amigo oculto de família, Natal, Ano Novo, Férias, cinemas, idas à praias, resultado do vestibular, comemoração, ciúmes, brigas, diferenças na personalidade, mais discussões, pazes, alegria, beijos marcantes, conversas verdadeiras, desabafos, promessas, declarações de amor, amizade, cumplicidade, fidelidade, felicidade, sinceridade. Um namoro diferente, indescritível, cada vez mais essencial. Ela o ama! Essa garota sou eu, esse namoro é o nosso. 1 ano de muito amor. Por mim, o primeiro de muitos. Que seja eterno enquanto dure, que dure para sempre. Amém!


Viva La Vida.

Sempre me pego pensando na vida, no medo que tenho de perdê-la e como pode alguém abrir mão dela. Pra mim o suicídio, além de ser o pior dos pecados, é uma loucura, uma insanidade total, um verdadeiro desperdício. Enquanto tanta gente no mundo luta dia-a-dia para permanecer vivo, outras pessoas simplesmente desistem do direito de viver. Já diria aquele sábio ditado popular: 'pra tudo na vida tem jeito, só não tem jeito pra morte'. Não há nada na vida que seja insuperável. Não há problema nenhum que possa ser maior do que o dom da vida. Viver é uma dádiva, é um presente de Deus pra cada um de seus filhos. Mas a qualquer momento, INFELIZMENTE, Ele pode tomar de volta. Eu, particularmente, tenho muito (muito mesmo!) medo de ter que 'devolver esse presente' cedo. Medo de não dar tempo de fazer tudo que eu pretendo (que não é pouca coisa!). Medo de nunca mais poder curtir tudo de bom que a vida tem a oferecer... Mas entre inseguranças e receios, tento fazer com que cada momento seja o melhor possível. Aproveito como se fosse o último. Agarro com unhas e dentes, literalmente, qualquer oportunidade de sorrir, me alegrar, me sentir viva. Sempre valorizei muito a (minha) vida, mas ontem ví um filme no cinema que sem sombra de dúvidas, é uma lição, aprendi que devo valorizar muito mais. Nunca chorei tanto assistindo um filme quanto me derramei em lágrimas assistindo 'Uma prova de amor'. Além de chorar do início ao fim, pude ver (mesmo que cinematograficamente) a luta de uma menina contra um câncer e o envolvimento de toda sua família. Em seus últimos momentos, ela fez intensamente aquilo que nós, seres cheios de saúde, muitas vezes não fazemos: se entregar à vida. Pode ter sido pouco, mas ela com certeza se foi feliz, realizada. Foram alguns minutos que para ela duraram uma eternidade. E são esses momentos que eu quero ter. Aqueles fatos simples da vida, que o dinheiro não compra, mas que ficam pra sempre em nossa memória. desabafei!


RECOMENDO! 'Uma prova de amor' :')
http://www.youtube.com/watch?v=cftRPKedCkU

Um belo texto, por sinal.

Experimente, acredite, sonhe e ouse! Arriscar-se é viver. Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental. Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver. Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro. Amar é arriscar-se a não ser amado. Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer. Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção. Tentar é arriscar-se a falhar. Mas, é preciso correr riscos. Porque o maior azar da vida é não arriscar nada. Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são. Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver.
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas. Abrem mão de sua liberdade. Só a pessoa que se arrisca é livre. "Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.Não se arriscar é perder a vida.."
(Soren Kiekegaard)

Era ou sou?

"Era dos olhares o mais profundo. O mais surpreendentemente e também o mais frágil. Revelava uma vontade urgente de levar o mundo pra dentro de si mesma. Tinha um coração vibrante, livre, mas ainda de menina. Aliás, misturava a traquinagem de garota com a coragem de mulher em uma sintonia quase perfeita.Tinha necessidade de tudo. Ignorava os ‘nãos’... nada a fazia parar. Pra ela não havia fronteiras entre o conhecido e o novo. Era impulsiva. Persistente. Perigosa.Capaz de se doar completamente mas também de uma displicência por vezes imperdoável. Contava com uma sinceridade agressiva que fazia graça e fazia confusão.Não guardava rancor. Nem se vingava. Mas exigia. Só que não exigia muito não. Gostava das coisas simples... um gesto a fazia feliz. Tinha o cabelo loiro-escuro-acinzentado. Coxas grossas. Rosto marcante. Tão marcante quanto a personalidade que se manifestava sempre subitamente. Não tinha vergonha. Sentia mesmo. Mostrava mesmo. Agarrava-se às ilusões como quem se agarra à última molécula de oxigênio. Gostava de pão de queijo. Era curiosa. Instintiva. Inconstante. Surpreendente.Modos brutos. Mãos delicadas. Carinhosa. Pedia colo. Queria tanta atenção quanto era capaz de dar, não sabia que essa era uma virtude que lhe era peculiar.E sofria. E perdoava. E começava tudo outra vez. Ouvia. Falava. E ouvia e ouvia e ouvia: quase sempre preferia o silêncio. Dizia que não esperava. Mas esperava. Dizia que não queria. Mas queria... defesa comum pra quem queria ser tão intensamente. Ganhava até quando perdia. Tinha medo. E não tinha medo. Na dúvida, se arriscava. Só aprendia vivendo. Por isso vivia. Vivia não. Ela transbordava."
Por: Beatriz Antunes.

ATENÇÃO:

Devido ao imprevisto ocorrido, o blog hoje será usado como normalmente é usado entre a maioria dos 'bloggeiros': como diário online. Nada de dissertações na 1ª pessoa do plural, nem frases demagogas.
Lá vai...


É, hoje definitivamente não foi um bom dia. Não acordei com o mesmo senso de humor, e tive que usar a minha (falta de) paciência logo cedo. Perdi a hora e, consequentemente, uma palestra que poderia ser importante pra formação acadêmica. Saí de casa, atrasada como sempre, na esperança de me distrair e voltar melhor do que saí. Na viagem de um ponto de ônibus à outro, uma surpresa me deixou bastante entusiasmada com a feliz concidência. Na faculdade, me mantive quieta na maior parte do tempo, prestando atenção única e exclusivamente ao filme que posteriormente eu deveria responder algumas questões numa folha. Dever cumprido, entregue e saio eu da faculdade. No caminho até o terminal, preferi (mais uma vez no dia) manter meu silêncio pra que não seja desagradável, na verdade queria ter citado uma frase típica de Orkut: Ser simples é ser incrível, porém a vontade de manter a paz falou mais alto. Adiante, uma parada na barraquinha do cachorro-quente com as 4 meninas. Realmente, hoje não era meu dia. Derrubo um terço do recheio do hot-dog no pé de uma amiga, a outra parte na minha blusa e o que me resta... como calmamente pra não cair o pouco que sobrou. Depois dessa preferi nem parar mais em lugar nenhum, e aproveitei a chance de ter sido liberada cedo, pra chegar 1 hora antes em casa. Na viagem de volta, uma troca de mensagens me alegra. Quando chego em casa, o celular toca, mais uma. Me preparo para ler uma mensagem como as outras, mas não. Confesso que precisei ler essa mais umas 2 vezes, no mínimo. Em minha mente, tenho plena conciência que não falei aquilo, que se trata de um mau entendido, e que só precisava que confiasse em mim. Mas não é tão simples assim, as pessoas não tem bola de cristal, e se não quiserem me ouvir não ouvirão. Na mesma hora, lágrimas. Por que motivo já que não tenho a temer? O sentimento de calúnia magoa, magoa muito. Você saber que tal acusação não procede e você nada pode fazer além de se defender, entristece demais. Não tô sendo exagerada, nem fazendo tempestade em copo d'água. Mas se tem alguém no mundo que se incomoda tanto com injustiça esse alguém sou eu. Talvez por já ter sofrido poucas e boas (pra não dizer ruins) devido à essa palavra tão injusta que é a injustiça. Ou talvez por tentar sempre agir com sinceridade, por assumir os erros e pedir desculpas (por mais delicada que seja a situação), e por tentar esclarecer ao máximo um mau entendido antes de apontar alguém pelo que não fez. E pior do que a etapa tentativa de esclarecimento é a possível consequência desta: a de não conseguir expressar o que se passa. Mas tanta insistência e, algumas vezes, falta de orgulho tem uma explicação: amar demais.
Ainda bem que já passa da meia-noite e o dia que eu não deveria ter levantado da cama, acabou. Amanhã será um novo dia e se Deus quiser, melhor que esse.


desabafei, mais do que nunca.

Hoje é música. Hoje (;

'Amor é um livro. Sexo é esporte. Sexo é escolha. Amor é sorte. Amor é pensamento, teorema. Amor é novela. Sexo é cinema. Sexo é imaginação, fantasia. Amor é prosa. Sexo é poesia. O amor nos torna patéticos. Sexo é uma selva de epiléticos. Amor é cristão. Sexo é pagão. Amor é latifúndio. Sexo é invasão. Amor é divino. Sexo é animal. Amor é bossa nova. Sexo é carnaval. Amor é para sempre. Sexo também. Sexo é do bom...Amor é do bem. Amor sem sexo, é amizade. Sexo sem amor, é vontade. Amor é um. Sexo é dois. Sexo antes, Amor depois. Sexo vem dos outros,e vai embora. Amor vem de nós,e demora. Amor é isso, Sexo é aquilo. E coisa e tal... E tal e coisa... '


- só porque ouvi essa música no ônibus voltando da faculdade e lembrei que eu acho essa letra uma das mais interessantes, pela rima e sentido. ONLY IT!

UFFa!

Hoje foi um dia importante. Apartir de agora começa uma nova experiência, enfrento uma diferente etapa da vida, faz parte do meu dia-a-dia a Universidade Federal Fluminense. Enquanto eu entrava pelo portão principal, em menos de um minuto, passava pela minha cabeça um filme de no mínimo 13 anos. Desde as lembranças da infância, imagens da escola, as amizades que construí ao longo desses anos de colégio, momentos que passei na adolescência... até os dias das provas do vestibular, a notícia da aprovação, a felicidade e o orgulho dos meus pais ao saber da boa-nova. Ao mesmo tempo que 'assistia' essa retrospectiva, sofria um misto de sentimentos. Saudade, realização, entusiasmo, medo. Medo do que possa vir, entusiasmo pela nova fase, realização de dever cumprido, saudade de não ter responsabilidade. Parece que foi ontem que eu estava comemorando a alfabetização, há 'um tempinho atrás' eu estava na formatura da 8ª série e lá se foram 4 anos, há 8 meses (que parecem 8 dias) eu estava festejando a conclusão do ensino médio. Infelizmente não posso voltar o tempo, nem fazer com que ele passe em câmera lenta. Não queria ser adulta agora, mas se essa fase bate à minha porta... Fazer o quê? Só me resta aceitar, aproveitar as coisas boas que ela tem a me oferecer e viver cada dia intensamente. Porque querendo eu ou não, num piscar de olhos ela se transforma em uma nova fase e o que vou sentir vai ser... saudade, realização, entusiasmo, medo. E para que seja lembrada com saudade, para que eu tenha a realização de dever cumprido (diploma), para que fique entusiasmada com a próxima fase (mercado de trabalho) e para que tenha medo do que virá... tenho que dar o meu melhor. Com certeza vai ser uma experiência incrível. É só manter o foco, buscar ser uma excelente profissional, curtir a faculdade sem abrir mão dos princípios e sem magoar aqueles que amo =) E assim que vai ser aquilo que comecei hoje. Que venha o sUFFoco!

desabafei.

O A m o r.

No dicionário, amor: (do latim amore) Afeição profunda, veneração, entusiasmo, simpatia por alguém... entre outras. Na teoria, pode ter várias definições. Na prática, é uma tarefa difícil (diria até impossível) de explicar. Já diria a letra de uma música: 'Amor é pra sentir, não p'ra entender.' Esse sentimento pode ser o mais complexo e mais simples do mundo. Tem o amor platônico, o amor à primeira vista, o amor-correspondido, o amor próprio... o amor não tem restrições, nem fórmulas mágicas. Não sabemos quando começa e onde acaba, não temos controle sob ele e não escolhemos a intensidade com que acontece. Quando nos damos conta já estamos escravos, com a 'cabeça no mundo da lua', o coração acelerado e aquela cara de bobo alegre. Quando se está com a pessoa amada, nos sentimos completos, únicos e realizados. Quando estamos distantes, só pensamos no próximo encontro. Quando ocorrem desentendimentos, a vontade maior é a de adiantar o tempo pro momento das pazes. E quando tudo dá errado, é só lembrar que não estamos sozinhos, e esse 'tudo' logo melhora. Pra quem já se sentiu assim, é uma sensação maravilhosa né? Pra quem acha que não vai sentir tão cedo, cuidado! O coração muitas vezes nos surpreende, e aquilo que nunca imaginávamos acontecer, passa a valer muito a pena. Num mundo 'tão solteiro', amar e ser amado é uma virtude e está cada vez mais raro.
É, Quinho, ainda bem que eu tenho você!
'..ainda bem que você vive comigo..'

Hoje o texto é copiado. Hoje (;

'Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima poderia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim conseguiram sobreviver.' Moral da História : “O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e admirar as suas qualidades”.

V I V E N D O E A P R E N D E N D O! (: