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Write some words about you and your blog here

Dez coisas que eu odeio em você.

Odeio quando eu quero discutir e você me faz rir com alguma gracinha, fugindo, assim, da DR. Odeio seu jeito de me irritar com seus ciúmes, me fazer pensar: 'Não acredito que ele tá com ciúme disso', e depois, me alegrar pensando: 'mas no fundo, isso é sinal que o sentimento por mim não mudou'. Odeio quando quero me concentrar em alguma coisa e você vem mais ainda no meu pensamento. Odeio quando você solta flatulências e bota a culpa em mim na frente da sua família, quando explana nossos apelidos e histórias pessoais ou me faz passar vergonha em lugar público, como: 'Qual você prefere, coração?', apontando pra aquela prateleira da farmácia. Odeio quando você se despede no telefone 'tchau, beijo, também te amo' e quando eu vou responder já desligou. Odeio todas as vezes que falo: 'hoje não vou procurar, não vou' e lá tô eu ligando ou mandando mensagem de boa noite. Odeio todas as vezes que conto piada e você faz aquela cara de: não acredito que contou isso. Odeio aceitar o fato que minha avó gosta mais de você do que de mim. Odeio quando eu tô falando e você diz 'ah cala a boca' e me beija. Mentira, eu adoro. Só odeio MESMO, não conseguir odiar você, por mais de 5 segundos.


desabafei s2

Pequenas grandes decisões.

Parei pra pensar esses dias no quanto a gente faz escolhas, todos os dias. A vida é feita de escolhas. Aquelas grandes e decisivas que podem mudar o rumo das nossas vidas. E aquelas mais simples, que tomamos por impulso, pois na maioria das vezes nos requer certa pressa. Independente de qual tipo, elas (as decisões) representam quem somos. Na hora de escolher uma peça de roupa, o lugar para sentar, ou até mesmo com quem ficar ou namorar, a personalidade interfere (e MUITO). Pessoas que demoram muito a escolher, geralmente, acabam insatisfeitas com o resultado final, a típica situação 'de tanto ser exigente, vai ficar pra titia' ou a frase 'Quem muito quer, nada tem'. Vejo isso no terminal rodoviário voltando da faculdade. A fila do ônibus 526 BR é imensa, mas nos dá 3 opções: 1. encarar a 'fila dos sentados' que pode demorar mais a andar, porém você (e suas nádegas) irão no conforto até o ponto que descer, 2. a fila dos 'em pé' que anda mais rápido, e você pode ter a sorte de pegar os últimos lugares de quem decidiu ir no próximo, ou 3. pra quem não tem pressa de chegar em casa, fazer uma horinha pelo centro de Niterói até umas 20hs quando a fila diminui, e consequentemente, a briga por um lugar no ônibus (pois, sim, a fila já foi motivo de briga, com direito a xingamentos até a sexta geração). Embora a maioria dos passageiros decida esperar o ônibus seguinte para garantir que vai sentado, alguns entram e de tanto selecionar o lugar que irá viajar (porque, com o engarrafamento da Contorno, e o tour que a Viação Estrela faz por São Gonçalo, pode-se considerar uma viagem) muitas vezes acabam indo em pé. Pois em plena hora do rush, com a concorrência de lugares que existe, tem pessoas que parecem que querem ver todas as cadeiras que restaram, analisar a janela, e o posicionamento do vento, sem esquecer do Raio-X que faz do passageiro do lado, para, posteriormente, acomodar-se. É nessa de escolher minuciosamente o melhor lugar, que outra pessoa vem e senta, sem medo de ser feliz, e te deixar na mão, ou melhor, de pé. No terminal da vida, você se encaixa em qual perfil? Os que esperam o tempo que for preciso para garantir que o quer irá acontecer (no caso do 526, ir sentado), os que enfrentam uma estrada mais curta, que pode dar certo (arranjar um lugarzinho que restou) ou se não der tão certo, com um pouco de sacrifício chegará da mesma forma ao destino final (chegará na mesma hora do que aquele que foi acomodado no assento, e quem sabe até pegue o lugar dele se descer no ponto antes do seu), ou você é daquele tipo de pessoa que adia, enrola e espera o tempo passar pra encarar a realidade? Dependendo do dia, e da situação eu geralmente sou da fila dos 'em pé', tenho a esperança de dar sorte, e não perco muito tempo. Porque tempo é dinheiro, dinheiro paga minha passagem do ônibus, mas minha passagem na vida não tem dinheiro que pague. A vida pode ser curta e intensa, ou devagar e sem aventuras. Cada escolha é uma renúncia, isso é a vida. ;) DESABAFEI


Querer vai ser poder.

Sabe quando você quer tanto uma coisa, mas taaanto, que não para de pensar nela? Aquilo que assim que surge a ideia (e começa a se concretizar ou pelo menos a dar o primeiro passo) você já começa a correr atrás de tudo pra fazer dar certo, faz planos e até já se vê lá, no momento, da grande ocasião. É, tô assim com o meu aniversário. Tudo bem que faltam praticamente 5 meses, mais precisamente 148 dias (sim, eu faço contagem regressiva)... Mas tenho culpa se acordei hoje pensando no dia 3 de outubro, minha amiga tocou no assunto e sugeriu fazermos juntas e (tentarmos) realizar nosso desejo de anos? Não. Enfim, conversamos sobre isso às 19hs, entrei em casa falando sobre o assunto com minha mãe antes de dar boa noite às 19hs30min, e a agora às 20hs minha lista de convidados já está pronta, e também a lista do orçamento, ou melhor, da ‘facada’ que será feita no meu pai e no avô dela. Se daqui a uns meses eu não vier ao blog contar como foi o dia e a minha festa na praia, pelo menos posso dizer que um dia no ônibus voltando das compras de Dia das Mães no shopping, tivemos uma grande e empolgante ideia: fazer nosso aniversário num luau, juntas, com todos nossos amigos em comum, e ‘incomuns’. Pode dar certo ou não, mas de preferência que seja a primeira opção ;) Caso dê a segunda, ainda me restará 2011, 2012, 2013... E assim sucessivamente, EU ESPERO.


desabafei, mais do que nunca!

Meu amicão.

Ganhei de presente no meu 3º aniversário. De todos os irmãos, era o mais animado. Foi escolhido. Parecia um ursinho de pelúcia de tão branco e fofo. Eu o apertava, jogava pra cima, botava xuxinhas na sua orelha, o fazia até de cavalinho. Era o meu brinquedo preferido, não é a toa que se chama Toy. Cresceu comigo. Acompanhou todas as minhas fases. Corria comigo na rua, pela casa, no quintal... Não podia ver nada, que comia. Já deu muito prejuízo! Levou alguns meses (e algumas broncas) para aprender aonde fazer suas necessidades. Deu muito estresse! Por duas vezes comeu chumbinho e saímos as pressas pro veterinário. Outra vez, uma convulsão, me fez pensar que nunca mais iria tê-lo. Quantas madrugadas na Veterinária Tamoio... Já nos deu muita preocupação! Pisei num parafuso e tive que continuar correndo atrás dele, que subia cada vez mais a rua da minha casa. Num outro sumiço, enquanto procurava por ele de bicicleta, caí e tive a batata da perna perfurada por um arame, e levo a marca desse dia até hoje em forma de cicatriz. Já me deu muita dor! Na última fuga (e a pior de todas) foi pra longe, passou quase 2 dias desaparecido, mobilizou vizinhos e amigos, nos deu noites em claro, e um pequeno prejuízo devido aos ‘dinheirinhos’ que as malandras crianças cobraram pra procurá-lo. Deu muita angústia! Mas, nada que se compare aos milhares de momentos que cheguei em casa e ele me recepcionou com seu latino e seu rabinho balançando. Na minha época anêmica, era pra ele que eu dava o bife de fígado que Mida, a empregada, insistia em pôr no meu prato de comida para me fortalecer. Nas madrugadas sem dormir, nas minhas vésperas de provas, ou na insônia do meu pai quando virava noites preocupado com o desemprego, ele estava deitado do nosso lado como quem diz: tá todo mundo dormindo mas eu tô contigo. A partir daí percebi que a fama de ser o melhor amigo do homem fazia sentido. Em todos os anos que passamos juntos, ele me ajudou muito. Quando o levava pra andar pelas ruas da casa de praia, me proporcionou até algumas cantadas (não muito bem sucedidas, lógico) como aquelas bem clichês: 'o cachorrinho tem telefone?' Ou, 'ô cachorrinho de sorte!' Mal sabiam eles que a sortuda era e sou eu. Por ter um companheiro como o Toyzinho, Latoya, Mijão, Bafilde... que nesses seus quase 16 anos de vida, nos deu muitas, muitas alegrias! Se eu pudesse escolher quanto tempo de vida ele ainda teria pela frente, com certeza, seria o suficiente para acompanhar a infância e a adolescência dos meus filhos, e depois me acompanhar na minha terceira idade, até meu último dia de vida. Mas infelizmente, biologicamente, ele é um cachorro, um animal, que já sente o peso da idade, já sofre com a velhice, artrose, cegueira, surdez... E embora eu não queira aceitar, tenho que começar a me acostumar com a partida dele, com a ausência do seu companheirismo todos os dias, com a impossibilidade de carregá-lo no colo, fazer carinhos, botar sua comida e ser acordada com seu latido me chamando pra abrir a porta pra que ele possa fazer xixi no quintal ou pra eu tirar a almofada de cima da sua cadeira pra que possa sentar e dormir. Não poderei o levar pra sempre comigo, mas as lembranças desses anos de amizade vão ficar eternamente em mim e em todos aqui de casa. Até porque, ele é mais do que um poodle, é um membro da nossa família. chorei, mas desabafei!

A vida é feita de (muitas) escolhas.

Estive pensando, eu sei que eu sou uma pessoa indecisa (eu acho, não tenho certeza) mas hoje em dia é muito difícil alguém ser decidido com tantas opções, em tudo. Antigamente era muito mais fácil, porque as coisas eram mais restritas. Na época da minha avó, não era difícil escolher (e se dedicar à) uma carreira, quando não eram professoras, faziam Advocacia, Medicina, ou faziam artesanato, faxina e cozinhavam 'pra fora'. Na época dela também, todos os namoros eram iguais: sem espaço. Não haviam comparações, porque todos tinham o mesmo problema, a mesma (falta de) liberdade. O pai da menina estava sempre vigiando o namoro, que não passava do portão de casa ou da praça, e o namorado era conformado, era aceitar ou aceitar. E o pior, é que a maioria dos namoros e logo em seguida os casamentos, davam certo. Talvez a receita do sucesso seja a não existência de tanta liberdade de escolha, tantas possibilidades de testar antes, o famoso test drive que temos hoje não só antes de escolher um carro. Começamos algo e se não der certo, podemos ter novas experiências. E pensando bem, acho que isso que nos torna tão indecisos e muitas vezes, frustados. Sabemos que temos que decidir e fazer dar certo, mas no fundo, não temos aquela força de vontade que nossos avós tinham quando começavam alguma coisa, porque nós, humanos do século XVI, teremos a chance de optar por uma nova escolha, caso essa não seja aquilo tudo que gente pensava que fosse. Com tantas opções no mercado, profissional e pessoal, como a gente ainda consegue demorar tanto tempo pra tomar certas decisões? O que eu faço agora? Abandono a faculdade e tento uma transferência pra aquilo que eu quero, ou me formo primeiro? Como vou saber qual o momento exato pra retomar aquela atitude que deixei de lado meses atrás? Essa é a hora? Vai valer a pena? E se não der certo? Ah, essa última é fácil, se não der, a vida continua. Até porque oportunidades e escolhas não faltarão né?! desabafei!



"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo final"

10 coisas que não deveriam existir.

1. Desigualdade.
2. Macumba.
3. Insônia.
4. Silvio Santos.
5. Vício.
6. Saudade.
7. Mentirosos fdp's (:
8. Desconfiança.
9. Ponto Mix no Plaza quando não tenho dinheiro.
10. Falta de criatividade para escrever a décima coisa.

Que meda!

Com medo de não dar certo, muita gente nem tenta. Com medo de assumir seus erros, muita gente desconta em quem não tem nada a ver com isso. Com medo da opinião alheia, muita gente esquece que só colhe quem semeia. Com medo da enganação, muita gente deixa pra trás uma palavra chamada confiança. Com medo da resposta, muita gente não pergunta. Com medo dos sentimentos da razão, muita gente pensa com o coração. Com medo da morte, muita gente tem uma vida restrita. Com medo de uma possível decepção, muita gente prefere dizer não. Com medo de não ser aceito, muita gente não se ama. Com medo da liberdade, muita gente abre mão da felicidade. Com medo da entrega muita gente acaba na solidão. Com medo, muita gente prega o desapego. Com esse mesmo medo muita gente deixa escapar amigos, amores, misto de sentimentos, momentos inesquecíveis.. Eu tenho medo é de ter medo. desabafei!

Momento Plágio.

'"Eu te amo" não diz tudo! Você sabe que é amada porque lhe disseram isso? A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas, e que dá uma sacudida em você quando for preciso. Ser amada é ver que ele lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é ver como ele fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro. Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; um não levanta a voz, mas fala; Quem não concorda, mas escuta.'

- Arnaldo Jabor

Toda mulher já teve.

Uma bela (e larga) calça boca de sino. Cinta para segurar os 'pneus'. Suquíni com a parte de baixo no estilo coador de café. Bambolê do É o Tchan. Calça Jeans manchada ou desfiada no joelho e coxa. Tênis que acendia luzinha, com rodinha ou para os mais estilosos: o com salto, imitação do grupo Fat Family. Cordão feito com miçangas e nylon. Sandália com saltinho de 3 cm e algumas fitas. Balança de banheiro para se pesar logo após a refeição. Tamagotchi, que era tratado como um filho. Tiaras coloridas. Cinto de couro pra combinar com aquela bota de couro também, e sair na rua como se estivesse indo pra Barretos. Pacotes de barra de cereal na bolsa para matar a fome e o peso na consciência. Jaqueta jeans claro com pelos na gola, como se fosse usar no Pólo Norte. Pulseirinha 'do reggae'. Fichário dos mais variados desenhos animados. Calça capri, parecendo que faltou pano (e/ou dinheiro) pra comprar o resto da calça comprida. Postêr do seu ator, cantor, ou algum bonitinho preferido. Meia de bichinho. Patinete. Saia de pano abaixo do joelho. Brinquedo da Eliana. Blusa de um ombro só coladinha no corpo realçando os quilinhos a mais (de algumas). Cabelo 'Chitãozinho e Chororó' ou 'Paquitas'. Óculos com a lente rosa, amarelo, azul, fumê... Vontade de conhecer a Xuxa, a Disney, crescer e saber qual a próxima moda. Porque, sim, na época usava,mas atualmente são coisas mega cafonas. desabafei!


Balanço Geral.

Mais um ano se encerra, e acho que todo mundo para por um momento e pensa no que fez, no que deixou de fazer e no que fará, ou pretende. Não precisa ter detalhes, nem pensar em tudo o que aconteceu ao longo do ano, porém uma retrospectiva introspectiva faz muito bem, para que possamos mentalizar o que não irá se repetir ou o que irá continuar no ano que se inicia. O meu ano de 2009, foi.. como posso dizer? Não vou dizer único, pois todo ano é único, mas que aconteceram coisas que só acontece uma vez, aaah isso eu não posso negar. Foi um ano especial e feliz, que deixou muita alegria e gostinho de quero mais. A aprovação no vestibular, as férias de 6 meses, o carnaval em Búzios, o dia 12 de maio, o primeiro semestre na faculdade, as novas amizades, a chegada da maioridade, a comemoração da mesma, um ano de namoro... sem citar, os dias perfeitos na praia, cinema, ou qualquer programinha ao lado daquele que eu amo. Foi um ano 'divisor de águas', e por se tratar de um ano de transição, não poderia deixar de ter aprendizados. Aprendi a ter mais responsabilidade, pensar antes de agir e falar, e principalmente, a lidar com as diferenças. O que é fundamental em qualquer relação, seja ela entre amigos, colegas de classe, conhecidos e namorados. No geral, foi maravilhoso. Adorei, de janeiro à dezembro, de um reveillón à outro. Para o próximo ano, tenho desejos maiores. Que a paz em família continue, que minha saúde e alegria permaneçam em mim, que meu namoro prossiga me fazendo feliz e dando tão certo... porém, quero mais. Mudanças na área profissional, realização de sonhos, auto-conhecimento, determinação e sucesso nas escolhas. Desejo alcançar (ou ao menos tentar) tudo que anseio e não tive disposição e coragem de correr atrás neste ano que passou, desejo mais momentos inesquecíveis, incomparáveis e eternos, desejo mais vontade de viver e menos medo de morrer, desejo um ano de mais amor com meu amor, mais justiça, mais verdade, superação, pazes e felicidade. E quer saber? Desejo o mesmo à você! Que venha 2O1O!
FELIZ ANO NOVO, PESSOAS!