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Vida Injusta

É bloggeiras, ser mulher não é fácil né? Tava pensando no quanto gastamos e sofremos para estarmos sempre bem e cheguei à uma conclusão: se eu fosse homem, eu estaria nadando em dinheiro. O Porquê? Simples. Exemplo básico: quando temos um encontro especial com nosso boyfriend, peguete, amigo colorido ou preto e branco, não gastamos só na hora de pagar, ou em alguns casos de cavalheirismo, na hora de rachar a conta. Os gastos já começam no pré-evento, nos preparativos para o grande momento. Roupa, sapato, bolsa combinando com a roupa, com o sapato e com a ocasião, cabelo, unha do pé e da mão, depilação, maquiagem, perfume, hidratante, e até.. lingerie! Dependendo do grau de intimidade do casal ;) E eles? Gastam no máximo R$1,99 com prestobarba, botam aquela calça jeans que mesmo você sendo detetive do FBI nunca descobre se é igual as outras que ele tem, escolhem uma blusa aleatoriamente no armário, e calçam aquele tênis uniforme, que é o mesmo que usa na faculdade, na igreja, no casamento, no aniversário de 1 ano do primo, no enterro do pai desse primo.. enfim, praticamente uma tatuagem, que não sai mais do corpo.

A raiva chega quando, após hooooras de sacrifício, eles não reparam, sequer elogiam, e principalmente, não ligam no dia seguinte. Dá vontade de botar etiqueta em tudo e devolver prá loja alegando defeito de fábrica, não funcionou como deveria, ou seja, causar o 'bofe'.

Nesses momentos, me revolto contra meus pais. Por que me fazer Ana Carolina se poderiam ter me feito um Carolino, Carlos, João, Zezinho...? Ai, a vida seria muito mais fácil (e farta) se eu tivesse nascido com um objeto entre as pernas. Porém, ser mulher tem lá suas vantagens, podemos culpar a TPM quando não estamos com vontade de fazer algo, ou com vontade demais; não somos chamadas de sapatão se vamos ao banheiro com alguma amiga nem se usamos blusa masculina quadriculada (aliás, essa peça é super tendência, hoje mesmo comprei umazinha, fica lindo com regata branca por baixo, meninas!); pagamos menos em noitadas e casa de shows; se somos traídas somos vítimas e sempre sabemos que o filho é nosso! No fundo, no fundo, eu amo ser mulher, mas de vez em quando me caaaaaaaansa..

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post que escrevi como Blogueira Convidada do blog: http://www.euvouascompras.blogspot.com VALE SUPER A PENA CONFERIR ESSE BLOG, meninas! ;)
desabafei lá!

Palavra-chave.

Logo nos primeiros meses de vida, você já tem contato com elas. Seja com um primo próximo, um vizinho ou irmão de leite. Com o passar dos meses, você irá adquirir várias delas ao começar a frequentar o parquinho perto da sua casa, ao entrar na escolinha, ao ir à festinhas, entre outros ambientes onde há contato social. Nesses locais, você irá criar e alimentar essas tais coisas. A cada brincadeira, a cada abraço, a cada mão estendida àquele que caiu, a cada compartilhamento de brinquedo, mesmo contra a sua vontade, você irá criar laços, estes cada vez mais fortes.

Você vai crescer, vai atingir os seus 3, 4, 5 anos e fazer várias, na escola, na colônia de férias, na praia.. aaah! Na praia! Quem nunca fez uma ao construir castelinhos de areia que atire a primeira pedra. Nesta idade, a duração delas são mais curtas, visto que você não tem independência de manter grande contato com elas frequentemente.

As fases da sua vida vão mudar, e elas vão estar ali, acompanhando cada passo seu, crescendo e amadurecendo juntas à você.

Na adolescência, não tem fase onde elas estejam mais presentes, como nessa, dos 14, 15 anos em diante. Com elas, você vai passar grande parte do seu dia, vai tirar dúvidas, dividir tristezas e alegrias. Elas são importantíssimas para o processo de formação do seu caráter, pois podem ter influência positiva ou negativa sob sua vida. Basta você saber separar as vontades delas com as suas, os princípios delas com os seus. Você vai confiar nelas, vai contar seus segredos, a pessoa que você gosta, o primeiro beijo, como foi a sua primeira vez, a briga que teve com seus pais ou com seu namorado... Vai trocar com elas roupas, sapatos, fofocas, e até dinheiro. Vai fazer companhia à elas em festas de 15 anos, cinemas, noitadas.. o que suas idades irão permitir.

Nesta fase, da adolescência e juventude, você irá aumentar bastante a quantidade delas. Mas também, será essencial para você perceber a qualidade das mesmas. Muitas vezes você irá pensar que algumas são do tipo verdadeira ou 'para sempre' e com o tempo vai perceber que não eram tão legítimas assim.

Na fase adulta, você irá levar somente as mais fortes. As que mais se destacaram ao longo dos anos, e aquelas que você mais tem cumplicidade. Porque, ao ter mais responsabilidades, você querendo ou não irá se afastar destas, e só as com um alto grau de afinidade irão permanecer. Você irá estudar mais, trabalhar, ter seu marido, seu lar, seus filhos... mas não deixará de saber que com elas sempre poderá contar, desabafar, e estar. Fisicamente ou juntas apenas no coração.

À essas Deus deu o nome de AMIZADES, e são verdadeiros presentes.

Feliz dia do amigo!



desabafei, amigos ;)

Não, eu sou do contra.

Nunca vi Titanic (eu sei que você vai pensar: 'Como assim? todo mundo já viu!'). A maioria gosta de violão, guitarra e bateria, eu prefiro gaita. Você odeia cigarro? E se eu falar que adoooro o cheiro da maior parte dos cigarros? Por falar em cheiro, também gosto do cheiro de criolina. Gosto de açaí com calda de maracujá, ao invés de chocolate e morango. Não tenho a mínima vontade de conhecer Paris e Milão. Quero visitar o Havaí, a Indonésia, mas primeiramente, o nordeste brasileiro. Bebo leite puro, mas não bebo cerveja. Prefiro um calor 'dos inferno' do que frio, justamente porque sinto calor quando todo o mundo sente frio. Ouço de Calypso à Luan Santana, MPB, funk, axé, pop rock, só pop, só rock.. Não odeio fila. Não tomei a vacina H1N1. Minhas fotos no orkut não são bloqueadas. Ao contrário da maioria das mulheres, odeio Eclipse, Crepúsculo, e todos os outros filmes e livros dessa 'saga', tiro fotos quando chego de noitada e não antes de sair, gosto mais de branco do que de rosa, adoro futebol, converso mais com meu pai do que minha mãe, prefiro o hidratande de baunilha da Victoria Secret's, não quero casar de véu e grinalda na Igreja, quero casar na praia de havaianas, odeio receber flores, prefiro absorvente sem abas e não sinto cólica quando tô de TPM. Só como feijão quando não tenho muita opção. Adoro passar roupa. Adoro dormir no chão. Acho mó graça no Tiririca. Faço Serviço Social. E acho que ser diferente é normal.


desabafei.

Dez coisas que eu odeio em você.

Odeio quando eu quero discutir e você me faz rir com alguma gracinha, fugindo, assim, da DR. Odeio seu jeito de me irritar com seus ciúmes, me fazer pensar: 'Não acredito que ele tá com ciúme disso', e depois, me alegrar pensando: 'mas no fundo, isso é sinal que o sentimento por mim não mudou'. Odeio quando quero me concentrar em alguma coisa e você vem mais ainda no meu pensamento. Odeio quando você solta flatulências e bota a culpa em mim na frente da sua família, quando explana nossos apelidos e histórias pessoais ou me faz passar vergonha em lugar público, como: 'Qual você prefere, coração?', apontando pra aquela prateleira da farmácia. Odeio quando você se despede no telefone 'tchau, beijo, também te amo' e quando eu vou responder já desligou. Odeio todas as vezes que falo: 'hoje não vou procurar, não vou' e lá tô eu ligando ou mandando mensagem de boa noite. Odeio todas as vezes que conto piada e você faz aquela cara de: não acredito que contou isso. Odeio aceitar o fato que minha avó gosta mais de você do que de mim. Odeio quando eu tô falando e você diz 'ah cala a boca' e me beija. Mentira, eu adoro. Só odeio MESMO, não conseguir odiar você, por mais de 5 segundos.


desabafei s2

Pequenas grandes decisões.

Parei pra pensar esses dias no quanto a gente faz escolhas, todos os dias. A vida é feita de escolhas. Aquelas grandes e decisivas que podem mudar o rumo das nossas vidas. E aquelas mais simples, que tomamos por impulso, pois na maioria das vezes nos requer certa pressa. Independente de qual tipo, elas (as decisões) representam quem somos. Na hora de escolher uma peça de roupa, o lugar para sentar, ou até mesmo com quem ficar ou namorar, a personalidade interfere (e MUITO). Pessoas que demoram muito a escolher, geralmente, acabam insatisfeitas com o resultado final, a típica situação 'de tanto ser exigente, vai ficar pra titia' ou a frase 'Quem muito quer, nada tem'. Vejo isso no terminal rodoviário voltando da faculdade. A fila do ônibus 526 BR é imensa, mas nos dá 3 opções: 1. encarar a 'fila dos sentados' que pode demorar mais a andar, porém você (e suas nádegas) irão no conforto até o ponto que descer, 2. a fila dos 'em pé' que anda mais rápido, e você pode ter a sorte de pegar os últimos lugares de quem decidiu ir no próximo, ou 3. pra quem não tem pressa de chegar em casa, fazer uma horinha pelo centro de Niterói até umas 20hs quando a fila diminui, e consequentemente, a briga por um lugar no ônibus (pois, sim, a fila já foi motivo de briga, com direito a xingamentos até a sexta geração). Embora a maioria dos passageiros decida esperar o ônibus seguinte para garantir que vai sentado, alguns entram e de tanto selecionar o lugar que irá viajar (porque, com o engarrafamento da Contorno, e o tour que a Viação Estrela faz por São Gonçalo, pode-se considerar uma viagem) muitas vezes acabam indo em pé. Pois em plena hora do rush, com a concorrência de lugares que existe, tem pessoas que parecem que querem ver todas as cadeiras que restaram, analisar a janela, e o posicionamento do vento, sem esquecer do Raio-X que faz do passageiro do lado, para, posteriormente, acomodar-se. É nessa de escolher minuciosamente o melhor lugar, que outra pessoa vem e senta, sem medo de ser feliz, e te deixar na mão, ou melhor, de pé. No terminal da vida, você se encaixa em qual perfil? Os que esperam o tempo que for preciso para garantir que o quer irá acontecer (no caso do 526, ir sentado), os que enfrentam uma estrada mais curta, que pode dar certo (arranjar um lugarzinho que restou) ou se não der tão certo, com um pouco de sacrifício chegará da mesma forma ao destino final (chegará na mesma hora do que aquele que foi acomodado no assento, e quem sabe até pegue o lugar dele se descer no ponto antes do seu), ou você é daquele tipo de pessoa que adia, enrola e espera o tempo passar pra encarar a realidade? Dependendo do dia, e da situação eu geralmente sou da fila dos 'em pé', tenho a esperança de dar sorte, e não perco muito tempo. Porque tempo é dinheiro, dinheiro paga minha passagem do ônibus, mas minha passagem na vida não tem dinheiro que pague. A vida pode ser curta e intensa, ou devagar e sem aventuras. Cada escolha é uma renúncia, isso é a vida. ;) DESABAFEI


Querer vai ser poder.

Sabe quando você quer tanto uma coisa, mas taaanto, que não para de pensar nela? Aquilo que assim que surge a ideia (e começa a se concretizar ou pelo menos a dar o primeiro passo) você já começa a correr atrás de tudo pra fazer dar certo, faz planos e até já se vê lá, no momento, da grande ocasião. É, tô assim com o meu aniversário. Tudo bem que faltam praticamente 5 meses, mais precisamente 148 dias (sim, eu faço contagem regressiva)... Mas tenho culpa se acordei hoje pensando no dia 3 de outubro, minha amiga tocou no assunto e sugeriu fazermos juntas e (tentarmos) realizar nosso desejo de anos? Não. Enfim, conversamos sobre isso às 19hs, entrei em casa falando sobre o assunto com minha mãe antes de dar boa noite às 19hs30min, e a agora às 20hs minha lista de convidados já está pronta, e também a lista do orçamento, ou melhor, da ‘facada’ que será feita no meu pai e no avô dela. Se daqui a uns meses eu não vier ao blog contar como foi o dia e a minha festa na praia, pelo menos posso dizer que um dia no ônibus voltando das compras de Dia das Mães no shopping, tivemos uma grande e empolgante ideia: fazer nosso aniversário num luau, juntas, com todos nossos amigos em comum, e ‘incomuns’. Pode dar certo ou não, mas de preferência que seja a primeira opção ;) Caso dê a segunda, ainda me restará 2011, 2012, 2013... E assim sucessivamente, EU ESPERO.


desabafei, mais do que nunca!

Meu amicão.

Ganhei de presente no meu 3º aniversário. De todos os irmãos, era o mais animado. Foi escolhido. Parecia um ursinho de pelúcia de tão branco e fofo. Eu o apertava, jogava pra cima, botava xuxinhas na sua orelha, o fazia até de cavalinho. Era o meu brinquedo preferido, não é a toa que se chama Toy. Cresceu comigo. Acompanhou todas as minhas fases. Corria comigo na rua, pela casa, no quintal... Não podia ver nada, que comia. Já deu muito prejuízo! Levou alguns meses (e algumas broncas) para aprender aonde fazer suas necessidades. Deu muito estresse! Por duas vezes comeu chumbinho e saímos as pressas pro veterinário. Outra vez, uma convulsão, me fez pensar que nunca mais iria tê-lo. Quantas madrugadas na Veterinária Tamoio... Já nos deu muita preocupação! Pisei num parafuso e tive que continuar correndo atrás dele, que subia cada vez mais a rua da minha casa. Num outro sumiço, enquanto procurava por ele de bicicleta, caí e tive a batata da perna perfurada por um arame, e levo a marca desse dia até hoje em forma de cicatriz. Já me deu muita dor! Na última fuga (e a pior de todas) foi pra longe, passou quase 2 dias desaparecido, mobilizou vizinhos e amigos, nos deu noites em claro, e um pequeno prejuízo devido aos ‘dinheirinhos’ que as malandras crianças cobraram pra procurá-lo. Deu muita angústia! Mas, nada que se compare aos milhares de momentos que cheguei em casa e ele me recepcionou com seu latino e seu rabinho balançando. Na minha época anêmica, era pra ele que eu dava o bife de fígado que Mida, a empregada, insistia em pôr no meu prato de comida para me fortalecer. Nas madrugadas sem dormir, nas minhas vésperas de provas, ou na insônia do meu pai quando virava noites preocupado com o desemprego, ele estava deitado do nosso lado como quem diz: tá todo mundo dormindo mas eu tô contigo. A partir daí percebi que a fama de ser o melhor amigo do homem fazia sentido. Em todos os anos que passamos juntos, ele me ajudou muito. Quando o levava pra andar pelas ruas da casa de praia, me proporcionou até algumas cantadas (não muito bem sucedidas, lógico) como aquelas bem clichês: 'o cachorrinho tem telefone?' Ou, 'ô cachorrinho de sorte!' Mal sabiam eles que a sortuda era e sou eu. Por ter um companheiro como o Toyzinho, Latoya, Mijão, Bafilde... que nesses seus quase 16 anos de vida, nos deu muitas, muitas alegrias! Se eu pudesse escolher quanto tempo de vida ele ainda teria pela frente, com certeza, seria o suficiente para acompanhar a infância e a adolescência dos meus filhos, e depois me acompanhar na minha terceira idade, até meu último dia de vida. Mas infelizmente, biologicamente, ele é um cachorro, um animal, que já sente o peso da idade, já sofre com a velhice, artrose, cegueira, surdez... E embora eu não queira aceitar, tenho que começar a me acostumar com a partida dele, com a ausência do seu companheirismo todos os dias, com a impossibilidade de carregá-lo no colo, fazer carinhos, botar sua comida e ser acordada com seu latido me chamando pra abrir a porta pra que ele possa fazer xixi no quintal ou pra eu tirar a almofada de cima da sua cadeira pra que possa sentar e dormir. Não poderei o levar pra sempre comigo, mas as lembranças desses anos de amizade vão ficar eternamente em mim e em todos aqui de casa. Até porque, ele é mais do que um poodle, é um membro da nossa família. chorei, mas desabafei!

A vida é feita de (muitas) escolhas.

Estive pensando, eu sei que eu sou uma pessoa indecisa (eu acho, não tenho certeza) mas hoje em dia é muito difícil alguém ser decidido com tantas opções, em tudo. Antigamente era muito mais fácil, porque as coisas eram mais restritas. Na época da minha avó, não era difícil escolher (e se dedicar à) uma carreira, quando não eram professoras, faziam Advocacia, Medicina, ou faziam artesanato, faxina e cozinhavam 'pra fora'. Na época dela também, todos os namoros eram iguais: sem espaço. Não haviam comparações, porque todos tinham o mesmo problema, a mesma (falta de) liberdade. O pai da menina estava sempre vigiando o namoro, que não passava do portão de casa ou da praça, e o namorado era conformado, era aceitar ou aceitar. E o pior, é que a maioria dos namoros e logo em seguida os casamentos, davam certo. Talvez a receita do sucesso seja a não existência de tanta liberdade de escolha, tantas possibilidades de testar antes, o famoso test drive que temos hoje não só antes de escolher um carro. Começamos algo e se não der certo, podemos ter novas experiências. E pensando bem, acho que isso que nos torna tão indecisos e muitas vezes, frustados. Sabemos que temos que decidir e fazer dar certo, mas no fundo, não temos aquela força de vontade que nossos avós tinham quando começavam alguma coisa, porque nós, humanos do século XVI, teremos a chance de optar por uma nova escolha, caso essa não seja aquilo tudo que gente pensava que fosse. Com tantas opções no mercado, profissional e pessoal, como a gente ainda consegue demorar tanto tempo pra tomar certas decisões? O que eu faço agora? Abandono a faculdade e tento uma transferência pra aquilo que eu quero, ou me formo primeiro? Como vou saber qual o momento exato pra retomar aquela atitude que deixei de lado meses atrás? Essa é a hora? Vai valer a pena? E se não der certo? Ah, essa última é fácil, se não der, a vida continua. Até porque oportunidades e escolhas não faltarão né?! desabafei!



"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo final"

10 coisas que não deveriam existir.

1. Desigualdade.
2. Macumba.
3. Insônia.
4. Silvio Santos.
5. Vício.
6. Saudade.
7. Mentirosos fdp's (:
8. Desconfiança.
9. Ponto Mix no Plaza quando não tenho dinheiro.
10. Falta de criatividade para escrever a décima coisa.

Que meda!

Com medo de não dar certo, muita gente nem tenta. Com medo de assumir seus erros, muita gente desconta em quem não tem nada a ver com isso. Com medo da opinião alheia, muita gente esquece que só colhe quem semeia. Com medo da enganação, muita gente deixa pra trás uma palavra chamada confiança. Com medo da resposta, muita gente não pergunta. Com medo dos sentimentos da razão, muita gente pensa com o coração. Com medo da morte, muita gente tem uma vida restrita. Com medo de uma possível decepção, muita gente prefere dizer não. Com medo de não ser aceito, muita gente não se ama. Com medo da liberdade, muita gente abre mão da felicidade. Com medo da entrega muita gente acaba na solidão. Com medo, muita gente prega o desapego. Com esse mesmo medo muita gente deixa escapar amigos, amores, misto de sentimentos, momentos inesquecíveis.. Eu tenho medo é de ter medo. desabafei!