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Write some words about you and your blog here

Querer vai ser poder.

Sabe quando você quer tanto uma coisa, mas taaanto, que não para de pensar nela? Aquilo que assim que surge a ideia (e começa a se concretizar ou pelo menos a dar o primeiro passo) você já começa a correr atrás de tudo pra fazer dar certo, faz planos e até já se vê lá, no momento, da grande ocasião. É, tô assim com o meu aniversário. Tudo bem que faltam praticamente 5 meses, mais precisamente 148 dias (sim, eu faço contagem regressiva)... Mas tenho culpa se acordei hoje pensando no dia 3 de outubro, minha amiga tocou no assunto e sugeriu fazermos juntas e (tentarmos) realizar nosso desejo de anos? Não. Enfim, conversamos sobre isso às 19hs, entrei em casa falando sobre o assunto com minha mãe antes de dar boa noite às 19hs30min, e a agora às 20hs minha lista de convidados já está pronta, e também a lista do orçamento, ou melhor, da ‘facada’ que será feita no meu pai e no avô dela. Se daqui a uns meses eu não vier ao blog contar como foi o dia e a minha festa na praia, pelo menos posso dizer que um dia no ônibus voltando das compras de Dia das Mães no shopping, tivemos uma grande e empolgante ideia: fazer nosso aniversário num luau, juntas, com todos nossos amigos em comum, e ‘incomuns’. Pode dar certo ou não, mas de preferência que seja a primeira opção ;) Caso dê a segunda, ainda me restará 2011, 2012, 2013... E assim sucessivamente, EU ESPERO.


desabafei, mais do que nunca!

Meu amicão.

Ganhei de presente no meu 3º aniversário. De todos os irmãos, era o mais animado. Foi escolhido. Parecia um ursinho de pelúcia de tão branco e fofo. Eu o apertava, jogava pra cima, botava xuxinhas na sua orelha, o fazia até de cavalinho. Era o meu brinquedo preferido, não é a toa que se chama Toy. Cresceu comigo. Acompanhou todas as minhas fases. Corria comigo na rua, pela casa, no quintal... Não podia ver nada, que comia. Já deu muito prejuízo! Levou alguns meses (e algumas broncas) para aprender aonde fazer suas necessidades. Deu muito estresse! Por duas vezes comeu chumbinho e saímos as pressas pro veterinário. Outra vez, uma convulsão, me fez pensar que nunca mais iria tê-lo. Quantas madrugadas na Veterinária Tamoio... Já nos deu muita preocupação! Pisei num parafuso e tive que continuar correndo atrás dele, que subia cada vez mais a rua da minha casa. Num outro sumiço, enquanto procurava por ele de bicicleta, caí e tive a batata da perna perfurada por um arame, e levo a marca desse dia até hoje em forma de cicatriz. Já me deu muita dor! Na última fuga (e a pior de todas) foi pra longe, passou quase 2 dias desaparecido, mobilizou vizinhos e amigos, nos deu noites em claro, e um pequeno prejuízo devido aos ‘dinheirinhos’ que as malandras crianças cobraram pra procurá-lo. Deu muita angústia! Mas, nada que se compare aos milhares de momentos que cheguei em casa e ele me recepcionou com seu latino e seu rabinho balançando. Na minha época anêmica, era pra ele que eu dava o bife de fígado que Mida, a empregada, insistia em pôr no meu prato de comida para me fortalecer. Nas madrugadas sem dormir, nas minhas vésperas de provas, ou na insônia do meu pai quando virava noites preocupado com o desemprego, ele estava deitado do nosso lado como quem diz: tá todo mundo dormindo mas eu tô contigo. A partir daí percebi que a fama de ser o melhor amigo do homem fazia sentido. Em todos os anos que passamos juntos, ele me ajudou muito. Quando o levava pra andar pelas ruas da casa de praia, me proporcionou até algumas cantadas (não muito bem sucedidas, lógico) como aquelas bem clichês: 'o cachorrinho tem telefone?' Ou, 'ô cachorrinho de sorte!' Mal sabiam eles que a sortuda era e sou eu. Por ter um companheiro como o Toyzinho, Latoya, Mijão, Bafilde... que nesses seus quase 16 anos de vida, nos deu muitas, muitas alegrias! Se eu pudesse escolher quanto tempo de vida ele ainda teria pela frente, com certeza, seria o suficiente para acompanhar a infância e a adolescência dos meus filhos, e depois me acompanhar na minha terceira idade, até meu último dia de vida. Mas infelizmente, biologicamente, ele é um cachorro, um animal, que já sente o peso da idade, já sofre com a velhice, artrose, cegueira, surdez... E embora eu não queira aceitar, tenho que começar a me acostumar com a partida dele, com a ausência do seu companheirismo todos os dias, com a impossibilidade de carregá-lo no colo, fazer carinhos, botar sua comida e ser acordada com seu latido me chamando pra abrir a porta pra que ele possa fazer xixi no quintal ou pra eu tirar a almofada de cima da sua cadeira pra que possa sentar e dormir. Não poderei o levar pra sempre comigo, mas as lembranças desses anos de amizade vão ficar eternamente em mim e em todos aqui de casa. Até porque, ele é mais do que um poodle, é um membro da nossa família. chorei, mas desabafei!

A vida é feita de (muitas) escolhas.

Estive pensando, eu sei que eu sou uma pessoa indecisa (eu acho, não tenho certeza) mas hoje em dia é muito difícil alguém ser decidido com tantas opções, em tudo. Antigamente era muito mais fácil, porque as coisas eram mais restritas. Na época da minha avó, não era difícil escolher (e se dedicar à) uma carreira, quando não eram professoras, faziam Advocacia, Medicina, ou faziam artesanato, faxina e cozinhavam 'pra fora'. Na época dela também, todos os namoros eram iguais: sem espaço. Não haviam comparações, porque todos tinham o mesmo problema, a mesma (falta de) liberdade. O pai da menina estava sempre vigiando o namoro, que não passava do portão de casa ou da praça, e o namorado era conformado, era aceitar ou aceitar. E o pior, é que a maioria dos namoros e logo em seguida os casamentos, davam certo. Talvez a receita do sucesso seja a não existência de tanta liberdade de escolha, tantas possibilidades de testar antes, o famoso test drive que temos hoje não só antes de escolher um carro. Começamos algo e se não der certo, podemos ter novas experiências. E pensando bem, acho que isso que nos torna tão indecisos e muitas vezes, frustados. Sabemos que temos que decidir e fazer dar certo, mas no fundo, não temos aquela força de vontade que nossos avós tinham quando começavam alguma coisa, porque nós, humanos do século XVI, teremos a chance de optar por uma nova escolha, caso essa não seja aquilo tudo que gente pensava que fosse. Com tantas opções no mercado, profissional e pessoal, como a gente ainda consegue demorar tanto tempo pra tomar certas decisões? O que eu faço agora? Abandono a faculdade e tento uma transferência pra aquilo que eu quero, ou me formo primeiro? Como vou saber qual o momento exato pra retomar aquela atitude que deixei de lado meses atrás? Essa é a hora? Vai valer a pena? E se não der certo? Ah, essa última é fácil, se não der, a vida continua. Até porque oportunidades e escolhas não faltarão né?! desabafei!



"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo final"

10 coisas que não deveriam existir.

1. Desigualdade.
2. Macumba.
3. Insônia.
4. Silvio Santos.
5. Vício.
6. Saudade.
7. Mentirosos fdp's (:
8. Desconfiança.
9. Ponto Mix no Plaza quando não tenho dinheiro.
10. Falta de criatividade para escrever a décima coisa.

Que meda!

Com medo de não dar certo, muita gente nem tenta. Com medo de assumir seus erros, muita gente desconta em quem não tem nada a ver com isso. Com medo da opinião alheia, muita gente esquece que só colhe quem semeia. Com medo da enganação, muita gente deixa pra trás uma palavra chamada confiança. Com medo da resposta, muita gente não pergunta. Com medo dos sentimentos da razão, muita gente pensa com o coração. Com medo da morte, muita gente tem uma vida restrita. Com medo de uma possível decepção, muita gente prefere dizer não. Com medo de não ser aceito, muita gente não se ama. Com medo da liberdade, muita gente abre mão da felicidade. Com medo da entrega muita gente acaba na solidão. Com medo, muita gente prega o desapego. Com esse mesmo medo muita gente deixa escapar amigos, amores, misto de sentimentos, momentos inesquecíveis.. Eu tenho medo é de ter medo. desabafei!

Momento Plágio.

'"Eu te amo" não diz tudo! Você sabe que é amada porque lhe disseram isso? A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas, e que dá uma sacudida em você quando for preciso. Ser amada é ver que ele lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é ver como ele fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro. Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; um não levanta a voz, mas fala; Quem não concorda, mas escuta.'

- Arnaldo Jabor

Toda mulher já teve.

Uma bela (e larga) calça boca de sino. Cinta para segurar os 'pneus'. Suquíni com a parte de baixo no estilo coador de café. Bambolê do É o Tchan. Calça Jeans manchada ou desfiada no joelho e coxa. Tênis que acendia luzinha, com rodinha ou para os mais estilosos: o com salto, imitação do grupo Fat Family. Cordão feito com miçangas e nylon. Sandália com saltinho de 3 cm e algumas fitas. Balança de banheiro para se pesar logo após a refeição. Tamagotchi, que era tratado como um filho. Tiaras coloridas. Cinto de couro pra combinar com aquela bota de couro também, e sair na rua como se estivesse indo pra Barretos. Pacotes de barra de cereal na bolsa para matar a fome e o peso na consciência. Jaqueta jeans claro com pelos na gola, como se fosse usar no Pólo Norte. Pulseirinha 'do reggae'. Fichário dos mais variados desenhos animados. Calça capri, parecendo que faltou pano (e/ou dinheiro) pra comprar o resto da calça comprida. Postêr do seu ator, cantor, ou algum bonitinho preferido. Meia de bichinho. Patinete. Saia de pano abaixo do joelho. Brinquedo da Eliana. Blusa de um ombro só coladinha no corpo realçando os quilinhos a mais (de algumas). Cabelo 'Chitãozinho e Chororó' ou 'Paquitas'. Óculos com a lente rosa, amarelo, azul, fumê... Vontade de conhecer a Xuxa, a Disney, crescer e saber qual a próxima moda. Porque, sim, na época usava,mas atualmente são coisas mega cafonas. desabafei!


Balanço Geral.

Mais um ano se encerra, e acho que todo mundo para por um momento e pensa no que fez, no que deixou de fazer e no que fará, ou pretende. Não precisa ter detalhes, nem pensar em tudo o que aconteceu ao longo do ano, porém uma retrospectiva introspectiva faz muito bem, para que possamos mentalizar o que não irá se repetir ou o que irá continuar no ano que se inicia. O meu ano de 2009, foi.. como posso dizer? Não vou dizer único, pois todo ano é único, mas que aconteceram coisas que só acontece uma vez, aaah isso eu não posso negar. Foi um ano especial e feliz, que deixou muita alegria e gostinho de quero mais. A aprovação no vestibular, as férias de 6 meses, o carnaval em Búzios, o dia 12 de maio, o primeiro semestre na faculdade, as novas amizades, a chegada da maioridade, a comemoração da mesma, um ano de namoro... sem citar, os dias perfeitos na praia, cinema, ou qualquer programinha ao lado daquele que eu amo. Foi um ano 'divisor de águas', e por se tratar de um ano de transição, não poderia deixar de ter aprendizados. Aprendi a ter mais responsabilidade, pensar antes de agir e falar, e principalmente, a lidar com as diferenças. O que é fundamental em qualquer relação, seja ela entre amigos, colegas de classe, conhecidos e namorados. No geral, foi maravilhoso. Adorei, de janeiro à dezembro, de um reveillón à outro. Para o próximo ano, tenho desejos maiores. Que a paz em família continue, que minha saúde e alegria permaneçam em mim, que meu namoro prossiga me fazendo feliz e dando tão certo... porém, quero mais. Mudanças na área profissional, realização de sonhos, auto-conhecimento, determinação e sucesso nas escolhas. Desejo alcançar (ou ao menos tentar) tudo que anseio e não tive disposição e coragem de correr atrás neste ano que passou, desejo mais momentos inesquecíveis, incomparáveis e eternos, desejo mais vontade de viver e menos medo de morrer, desejo um ano de mais amor com meu amor, mais justiça, mais verdade, superação, pazes e felicidade. E quer saber? Desejo o mesmo à você! Que venha 2O1O!
FELIZ ANO NOVO, PESSOAS!

Por Gentileza.

Ultimamente tenho descoberto a história de um conhecido profeta. Muitos já ouviram falar sobre Gentileza, poucos conhecem José Datrino e param pra pensar sobre a importância, seriedade e motivo de sua famosa trajetória como "José Agradecido". Após a tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ali em Niterói, em dezembro de 1961, ele ofereceu consolo e solidariedade aos parentes das vítimas e, após isso, começou a andar pelo país pregando o desprendimento ao mundo material e valorização do sentimento gentil. Mas pra você o que é gentileza? Será que nós, que vivemos apressados pelas ruas da cidade, esquecemos o sentido dessa palavra? Muita gente culpa a ausência dessa consciência ao dinheiro, à situação econômica que vive, já que.. tem dificuldades em se manter, como doará ao próximo, certo? Errado. Ninguém deve deixar sua moradia, abrir mão completamente de sua vida econômica e andar pelas ruas vestindo túnica branca, cabelos e barba longas, para ser considerado (ou considerar-se) uma pessoa gentil. Ser gentil não é, necessariamente, desprender-se da vida material, ou dar grandes quantias à orfanatos, asilos ou entidades parecidas. A melhor forma de se mostrar solidário é doando o que a maioria das pessoas no mundo, sejam elas ricas ou pobres, carece: atenção. Um sorriso, um abraço sincero, uns minutos de conversa, um olhar que transmita interesse em ouvir um desabafo, uma resposta simpática à uma pergunta simples, além de um obrigado, com licença, por favor, bom dia, perdão... Pode mudar completamente o dia, ou até a vida de uma pessoa. Não espere a próxima enchente no Sul, ou próxima edição do Criança Esperança pra se sentir a melhor pessoa do mundo, como se tivesse livre de dar atenção ao próximo pelos próximos meses. Sempre tenha em mente que tudo que você faz um dia volta pra você. Cada um colhe o que planta. Gentileza gera Gentileza!

Dispensa títulos (;

23 de novembro de 2008. Pra ela, mais um show com ele. Pra ele, em mente um dia que poderia ser especial. Até então, tudo normal. Fila. Revista. Entrega de ingresso. Entrada no show. Conversas. Carinhos. Risadas. Pessoas chegando. Lugar enchendo. Apresentação de bandas enquanto não começava o show da banda principal. Poderia ser um show como outro qualquer. Mas não. Num certo momento, uma frase dela seguida de um beijo no rosto: 'Gosto muito de você sabia?' O tempo parou. Ele parou. Pensou. Reagiu surpreendentemente com um discurso inesquecível: 'Treinei em casa o que falar, mas quando tô com você não consigo dizer tudo que queria... não me vejo mais sem você, não paro de pensar em você... Quer namorar comigo?' Ele soltou. Ela adorou. Sem pensar duas vezes ela aceitou. 'Quero'. Aquilo que rolava há 1 ano e 3 meses se oficializou. Tudo mudou. Pra melhor. Sintonia e vontade de estar juntos já existia. Apartir de então, mais momentos, mais liberdade, a história deles estava só começando. Convivência, festas de família, namoro em casa, saídas, festas dos amigos, boa sorte nas provas, torcida, notícias dos resultados, parabéns, compras no shopping, troca de presentes, amigo oculto de família, Natal, Ano Novo, Férias, cinemas, idas à praias, resultado do vestibular, comemoração, ciúmes, brigas, diferenças na personalidade, mais discussões, pazes, alegria, beijos marcantes, conversas verdadeiras, desabafos, promessas, declarações de amor, amizade, cumplicidade, fidelidade, felicidade, sinceridade. Um namoro diferente, indescritível, cada vez mais essencial. Ela o ama! Essa garota sou eu, esse namoro é o nosso. 1 ano de muito amor. Por mim, o primeiro de muitos. Que seja eterno enquanto dure, que dure para sempre. Amém!