Os sonhos fazem parte de nós, só nos falta tempo e disposição para botá-los pra fora. Realizá-los não é tarefa fácil, toda vez que vamos alcançar algo que queremos, nos deparamos com mil obstáculos. Problemas financeiros, pessoais, familiares... E hajam dialetos da língua portuguesa pra denominar tamanhos problemas que surgem neste momento. Faça uma lista com todos os sonhos que você tem, por mais simples que sejam. Ao lado, enumere tudo que te impede de torná-los realidade. Mais ao lado, classifique de 1 a 5 a sua vontade deles. Aqueles que tem mais de 5 impedimentos e classificação entre 1 e 3, deixe de lado, por enquanto, mas não os tire da mente. Separe os outros que restaram e volte a enumerar, mas dessa vez o que você necessita para que estes sonhos virem reais. Necessita de dinheiro para isso? Quanto será que terá que incluir no seu orçamento? É viável um financiamento? O problema é pessoal? Envolve muitas pessoas? E se você conversasse abertamente expondo suas vontades? De repente, se não tiver segurança para isso, uma ajuda profissional pode ser de fundamental importância para encorajá-lo. Uma análise, uma sessão de terapia, uma conversa com um Psicólogo... Podem ser a solução dos seus problemas e, consequentemente, a realização de seus desejos. Mas se só o tempo poderá fazê-lo realizar, espere o seu momento. Você irá adiar os sonhos e os obstáculos, mas nada que uma boa dose de força de vontade não resolva.Sonhar não custa nada, realizar sim. sonhei que desabafei
Se tem uma coisa na vida que é imprevisível, essa coisa é justamente a vida. Hoje estou aqui escrevendo post pro blog, amanhã posso não estar. Hoje, você está do outro lado do pc lendo esse post, amanhã você pode estar longe, tão longe que distância nenhuma pode mensurar. Viver e morrer são fatores que ultrapassam qualquer entendimento. Ninguém sabe dizer ao certo qual é melhor ou pior, a não ser quem já passou pelos dois, e óbvio, não está mais entre nós pra contar história. Segundo a música de Renato Russo: 'viver é foda, difícil é morrer'. Já a crença popular, muitas vezes quer dizer que 'morrer é tranquilo, complicado mesmo é viver'. É estranho (e assustador, demais) pensar que não somos 'nada'. Passamos aaaanos construindo algo, correndo atrás de sonhos, conquistando alguns deles, e chega uma certa hora da vida que ficamos sós, conosco. Somos nós e nossas almas, apenas. Sabe-se lá pra onde nós iremos. E o resto, tudo aquilo que nos pertencia (amigos, família, e coisas materias) vão ficar aqui, naquele momento onde ricos e pobres se igualam, vulgo, bater as botas, fechar o paletó, subir pro andar acima, encontrar o Zé Maria... Vou confessar que já quis morrer, não por falta de vontade de viver, mas pra ver quem choraria. Quando era pequena (quer dizer, menor), imaginava mil possibilidades de como poderia ser a morte: como num presídio, a gente morria, via quem sentiu nossa falta, e depois de um tempo, quem tivesse um bom comportamento poderia ter uma segunda chance; como no filme 'O Auto da Compadecida', a gente morria, logo depois alguém tocava uma gaita e a gente voltava; ou como o trenzinho que tem em Cabo Frio, onde a gente saía sem destino e parava em um lugar completamente diferente do que vivemos. Embora minha imaginação seja fértil e minha curiosidade gigantesca, não quero saber qual é a real forma da morte. Aguento muito tempo ainda pra desvendar esse mistério ;) tá Deus? desabafei!
Não sou de me explicar, de dar satisfação, nem de contar exatamente tudo que cabe à mim aos outros. Tem coisas que você não tem vontade (nem a necessidade) de comentar com ninguém. Não sou de me entregar à pessoas recém-conhecidas. Tem formas mais verdadeiras de mostrar amizade, além de palavras, beijos e abraços. Não sou de fazer barraco, nem de discutir em público. Tem horas que levar desabaforo pra casa é preciso. Não sou do tipo de pessoa que pede a opinião alheia no que executa. Ter personalidade é tudo nessa vida. Não preciso beber para aparecer. Tem como você se divertir sem, necessariamente, perder a linha. Não costumo demonstrar tristeza. Tem jeito pior de ficar mais triste do que ficar remoendo angústia?
Azar é chegar no ponto de ônibus, estar mega atrasada e ver o ônibus que você precisava pegar saindo. Azar é estar urrando de fome no café da manhã, e o único pão da casa cair no chão com a parte do requeijão, justamente, virada pro chão. Azar é faltar luz no final de um texto que você estava escrevendo há horas e não tinha salvo no computador. Azar é querer ficar com alguém que você não pôde ficar porque estava namorando, e quando você termina, a pessoa estar namorando. Azar é esperar o dia inteiro pra ver seu seriado preferido de domingo, ligar a TV e perceber que a TV a cabo está fora do ar, o obrigando a escolher entre Domingão do Faustão, Programa do Gugu ou Eliana. Azar é perder sua carteira de identidade na véspera do seu aniversário de 18 anos. Azar é estar andando numa rua movimentada e o pombo cagar só na sua cabeça. Azar é chegar numa loja, se identificar com uma roupa e ter todos os outros números menos o seu. Azar é falar pro chefe que vai ao enterro de algum parente pra ir ao shopping, e chegando lá dar de cara com ele. Azar é sair de casa com o dinheiro contado, o perder na rua e voltar pra casa a pé. Azar é o seu!
quem nunca assoprou fitas de videogame? quem nunca cantou em frente ao ventilador? quem gosta de ser chamado de ném? quem nunca pegou atestado? quem nunca apertou o controle com força por que a pilha estava fraca? quem já viu filhote de pombo? quem nunca falou: 'Se o telefone for pra mim eu não tô não'? quem nunca sonhou que tava caindo e acordou desesperado? quem conhece vovôs gêmeos? quem nunca quis patinar no Carrefour? quem nunca ficou rabiscando enquanto falava com alguém ao telefone? quem sabe explicar o mistério do bocejo coletivo? quem já viu de tudo nessa vida?
Ninguém. Quem respondeu "Eu!" em pelo menos 3 das perguntas acima, não vive, vegeta.
É bloggeiras, ser mulher não é fácil né? Tava pensando no quanto gastamos e sofremos para estarmos sempre bem e cheguei à uma conclusão: se eu fosse homem, eu estaria nadando em dinheiro. O Porquê? Simples. Exemplo básico: quando temos um encontro especial com nosso boyfriend, peguete, amigo colorido ou preto e branco, não gastamos só na hora de pagar, ou em alguns casos de cavalheirismo, na hora de rachar a conta. Os gastos já começam no pré-evento, nos preparativos para o grande momento. Roupa, sapato, bolsa combinando com a roupa, com o sapato e com a ocasião, cabelo, unha do pé e da mão, depilação, maquiagem, perfume, hidratante, e até.. lingerie! Dependendo do grau de intimidade do casal ;) E eles? Gastam no máximo R$1,99 com prestobarba, botam aquela calça jeans que mesmo você sendo detetive do FBI nunca descobre se é igual as outras que ele tem, escolhem uma blusa aleatoriamente no armário, e calçam aquele tênis uniforme, que é o mesmo que usa na faculdade, na igreja, no casamento, no aniversário de 1 ano do primo, no enterro do pai desse primo.. enfim, praticamente uma tatuagem, que não sai mais do corpo.
A raiva chega quando, após hooooras de sacrifício, eles não reparam, sequer elogiam, e principalmente, não ligam no dia seguinte. Dá vontade de botar etiqueta em tudo e devolver prá loja alegando defeito de fábrica, não funcionou como deveria, ou seja, causar o 'bofe'.
Nesses momentos, me revolto contra meus pais. Por que me fazer Ana Carolina se poderiam ter me feito um Carolino, Carlos, João, Zezinho...? Ai, a vida seria muito mais fácil (e farta) se eu tivesse nascido com um objeto entre as pernas. Porém, ser mulher tem lá suas vantagens, podemos culpar a TPM quando não estamos com vontade de fazer algo, ou com vontade demais; não somos chamadas de sapatão se vamos ao banheiro com alguma amiga nem se usamos blusa masculina quadriculada (aliás, essa peça é super tendência, hoje mesmo comprei umazinha, fica lindo com regata branca por baixo, meninas!); pagamos menos em noitadas e casa de shows; se somos traídas somos vítimas e sempre sabemos que o filho é nosso! No fundo, no fundo, eu amo ser mulher, mas de vez em quando me caaaaaaaansa..
Logo nos primeiros meses de vida, você já tem contato com elas. Seja com um primo próximo, um vizinho ou irmão de leite. Com o passar dos meses, você irá adquirir várias delas ao começar a frequentar o parquinho perto da sua casa, ao entrar na escolinha, ao ir à festinhas, entre outros ambientes onde há contato social. Nesses locais, você irá criar e alimentar essas tais coisas. A cada brincadeira, a cada abraço, a cada mão estendida àquele que caiu, a cada compartilhamento de brinquedo, mesmo contra a sua vontade, você irá criar laços, estes cada vez mais fortes.
Você vai crescer, vai atingir os seus 3, 4, 5 anos e fazer várias, na escola, na colônia de férias, na praia.. aaah! Na praia! Quem nunca fez uma ao construir castelinhos de areia que atire a primeira pedra. Nesta idade, a duração delas são mais curtas, visto que você não tem independência de manter grande contato com elas frequentemente.
As fases da sua vida vão mudar, e elas vão estar ali, acompanhando cada passo seu, crescendo e amadurecendo juntas à você.
Na adolescência, não tem fase onde elas estejam mais presentes, como nessa, dos 14, 15 anos em diante. Com elas, você vai passar grande parte do seu dia, vai tirar dúvidas, dividir tristezas e alegrias. Elas são importantíssimas para o processo de formação do seu caráter, pois podem ter influência positiva ou negativa sob sua vida. Basta você saber separar as vontades delas com as suas, os princípios delas com os seus. Você vai confiar nelas, vai contar seus segredos, a pessoa que você gosta, o primeiro beijo, como foi a sua primeira vez, a briga que teve com seus pais ou com seu namorado... Vai trocar com elasroupas, sapatos, fofocas, e até dinheiro. Vaifazer companhia à elas em festas de 15 anos, cinemas, noitadas.. o que suas idades irão permitir.
Nesta fase, da adolescência e juventude,você irá aumentar bastante a quantidade delas. Mas também, será essencial para você perceber a qualidade das mesmas. Muitas vezes você irá pensar que algumas são do tipo verdadeira ou 'para sempre' e com o tempo vai perceber que não eram tão legítimas assim.
Na fase adulta, você irá levar somente as mais fortes. As que mais se destacaram ao longo dos anos, e aquelas que você mais tem cumplicidade. Porque, ao ter mais responsabilidades, você querendo ou não irá se afastar destas, e só as com um alto grau de afinidade irão permanecer. Você irá estudar mais, trabalhar, ter seu marido, seu lar, seus filhos... mas não deixará de saber que com elas sempre poderá contar, desabafar, e estar. Fisicamente ou juntas apenas no coração.
À essas Deus deu o nome de AMIZADES, e são verdadeiros presentes.
Nunca vi Titanic (eu sei que você vai pensar: 'Como assim? todo mundo já viu!'). A maioria gosta de violão, guitarra e bateria, eu prefiro gaita. Você odeia cigarro? E se eu falar que adoooro o cheiro da maior parte dos cigarros? Por falar em cheiro, também gosto do cheiro de criolina. Gosto de açaí com calda de maracujá, ao invés de chocolate e morango. Não tenho a mínima vontade de conhecer Paris e Milão. Quero visitar o Havaí, a Indonésia, mas primeiramente, o nordeste brasileiro. Bebo leite puro, mas não bebo cerveja. Prefiro um calor 'dos inferno' do que frio, justamente porque sinto calor quando todo o mundo sente frio. Ouço de Calypso à Luan Santana, MPB, funk, axé, pop rock, só pop, só rock.. Não odeio fila. Não tomei a vacina H1N1. Minhas fotos no orkut não são bloqueadas. Ao contrário da maioria das mulheres, odeio Eclipse, Crepúsculo, e todos os outros filmes e livros dessa 'saga', tiro fotos quando chego de noitada e não antes de sair, gosto mais de branco do que de rosa, adoro futebol, converso mais com meu pai do que minha mãe, prefiro o hidratande de baunilha da Victoria Secret's, não quero casar de véu e grinalda na Igreja, quero casar na praia de havaianas, odeio receber flores, prefiro absorvente sem abas e não sinto cólica quando tô de TPM. Só como feijão quando não tenho muita opção. Adoro passar roupa. Adoro dormir no chão. Acho mó graça no Tiririca. Faço Serviço Social. E acho que ser diferente é normal.
Odeio quando eu quero discutir e você me faz rir com alguma gracinha, fugindo, assim, da DR. Odeio seu jeito de me irritar com seus ciúmes, me fazer pensar: 'Não acredito que ele tá com ciúme disso', e depois, me alegrar pensando: 'mas no fundo, isso é sinal que o sentimento por mim não mudou'. Odeio quando quero me concentrar em alguma coisa e você vem mais ainda no meu pensamento. Odeio quando você solta flatulências e bota a culpa em mim na frente da sua família, quando explana nossos apelidos e histórias pessoais ou me faz passar vergonha em lugar público, como: 'Qual você prefere, coração?', apontando pra aquela prateleira da farmácia. Odeio quando você se despede no telefone 'tchau, beijo, também te amo' e quando eu vou responder já desligou. Odeio todas as vezes que falo: 'hoje não vou procurar, não vou' e lá tô eu ligando ou mandando mensagem de boa noite. Odeio todas as vezes que conto piada e você faz aquela cara de: não acredito que contou isso. Odeio aceitar o fato que minha avó gosta mais de você do que de mim. Odeio quando eu tô falando e você diz 'ah cala a boca' e me beija. Mentira, eu adoro. Só odeio MESMO, não conseguir odiar você, por mais de 5 segundos. ♥
Parei pra pensar esses dias no quanto a gente faz escolhas, todos os dias. A vida é feita de escolhas. Aquelas grandes e decisivas que podem mudar o rumo das nossas vidas. E aquelas mais simples, que tomamos por impulso, pois na maioria das vezes nos requer certa pressa. Independente de qual tipo, elas (as decisões) representam quem somos. Na hora de escolher uma peça de roupa, o lugar para sentar, ou até mesmo com quem ficar ou namorar, a personalidade interfere (e MUITO). Pessoas que demoram muito a escolher, geralmente, acabam insatisfeitas com o resultado final, a típica situação 'de tanto ser exigente, vai ficar pra titia' ou a frase 'Quem muito quer, nada tem'. Vejo isso no terminal rodoviário voltando da faculdade. A fila do ônibus 526 BR é imensa, mas nos dá 3 opções: 1. encarar a 'fila dos sentados' que pode demorar mais a andar, porém você (e suas nádegas) irão no conforto até o ponto que descer, 2. a fila dos 'em pé' que anda mais rápido, e você pode ter a sorte de pegar os últimos lugares de quem decidiu ir no próximo, ou 3. pra quem não tem pressa de chegar em casa, fazer uma horinha pelo centro de Niterói até umas 20hs quando a fila diminui, e consequentemente, a briga por um lugar no ônibus (pois, sim, a fila já foi motivo de briga, com direito a xingamentos até a sexta geração). Embora a maioria dos passageiros decida esperar o ônibus seguinte para garantir que vai sentado, alguns entram e de tanto selecionar o lugar que irá viajar (porque, com o engarrafamento da Contorno, e o tour que a Viação Estrela faz por São Gonçalo, pode-se considerar uma viagem) muitas vezes acabam indo em pé. Pois em plena hora do rush, com a concorrência de lugares que existe, tem pessoas que parecem que querem ver todas as cadeiras que restaram, analisar a janela, e o posicionamento do vento, sem esquecer do Raio-X que faz do passageiro do lado, para, posteriormente, acomodar-se. É nessa de escolher minuciosamente o melhor lugar, que outra pessoa vem e senta, sem medo de ser feliz, e te deixar na mão, ou melhor, de pé. No terminal da vida, você se encaixa em qual perfil? Os que esperam o tempo que for preciso para garantir que o quer irá acontecer (no caso do 526, ir sentado), os que enfrentam uma estrada mais curta, que pode dar certo (arranjar um lugarzinho que restou) ou se não der tão certo, com um pouco de sacrifício chegará da mesma forma ao destino final (chegará na mesma hora do que aquele que foi acomodado no assento, e quem sabe até pegue o lugar dele se descer no ponto antes do seu), ou você é daquele tipo de pessoa que adia, enrola e espera o tempo passar pra encarar a realidade? Dependendo do dia, e da situação eu geralmente sou da fila dos 'em pé', tenho a esperança de dar sorte, e não perco muito tempo. Porque tempo é dinheiro, dinheiro paga minha passagem do ônibus, mas minha passagem na vida não tem dinheiro que pague. A vida pode ser curta e intensa, ou devagar e sem aventuras. Cada escolha é uma renúncia, isso é a vida. ;) DESABAFEI
Aqui, trechos de uma vida bem vivida. Pois o que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, temer, desatinar, ou se escabelar.. não merece fazer parte da sua biografia. =) SE VIVER REQUER CORAGEM ENTÃO, VIVA PARA SER FELIZ E NÃO VIVA EM VÃO!