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Write some words about you and your blog here

Idade (In)Satisfatória

É incrível como nunca nos satisfazemos totalmente com a idade que temos. Aos mais novos, e diga-se inexperientes, há a curiosidade de mais responsabilidade. Apesar de curtirem a ideia de ser criança, poder brincar sem se preocupar com nada além da arrumação dos brinquedos ao final, há a vontade de ser mais velho, de ter a vida do irmão adolescente, o que inclui sair sem os pais, namorar, ir à festas e cinemas, entre outros programas que não pertencem (na maioria dos casos) ao mundo infantil. 
Quando chega  a puberdade, ganha-se (pouco mais de) liberdade, porém esta parece ser algo insaciável, nunca suficiente. Por mais que possa sair mais do que o irmãozinho "pirralho", há lugares ainda proibidos à entrada. E cresce o desejo de alcançar a maioridade. 
Aí chega os 18 anos, você entra numa boate legalmente, assina seu cartão de crédito, tira a habilitação, mas aos 20 anos tudo isso é rotineiro, não há novidade. Seu foco se vira para a carreira, ao trabalho, ao 'encontro do seu lugar' no mercado de trabalho... Ter sua própria fonte de obter dinheiro. 
Na casa dos 30, ser responsável somente por sua vida não aguça tanto o seu interesse, geralmente nesta fase da vida, você começa a sonhar com o dia em que será responsável por outras vidas, sejam elas a dos filhos, maridos/esposas ou futuros membros da família em que quer construir. 
E então aos 40 você tem o que desejava, não tudo, mas parte. Ahhh, que coisa boa, SUA casa, SEUS filhos interagindo com o SEU cachorro, na casinha perto da garagem onde fica o SEU carro. Pena não ter muito tempo livre para aproveitar tais 'tesouros' já que o trabalho consome muito seu tempo. É nesse momento que você já sonha com a aposentadoria, ou ao menos, com uma fase em que sua carreira te proporcione trabalhar menos.
O tempo passa, e aos 50 anos, seus filhos, já "encaminhados", não correm mais pela casa, não fazem barulho e você não tem mais autonomia sob as escolhas deles. Este silêncio depressivo, oposto àquela correria "que te deixava louco(a)", nesta fase começam a fazer uma faaalta... A ponto de você sonhar com novos integrantes da família, ou seja, o dia em que terá netinho(a). Obs.: Sintoma desta fase: pressão em cima dos filhos sobre quando será vovô/vovó. 
Os "xodós" do vovô/vovó chegam, você os ama como filhos e os educa como netos (leia-se com um pouco mais de liberdade de escolha). Curte todas as fases, por ter mais tempo, e é mais generoso, nos presentes, inclusive.
Quando atinge essa fase tão sonhada aos 50 anos, você não se satisfaz. Não que deseje uma idade que ainda não chegou, pelo contrário, deseja voltar à infância ou a juventude, para que possa aproveitar mais de tudo que a vida lhe proporcionou, alterando ou não algumas escolhas.
Eu, particularmente, não tenho do que reclamar da fase (muito divertida) em que estou, porém devo admitir: não vejo a hora de ter tudo MEU. Ô, idades Insatisfatórias...


desabafei. 



Perdas, ganhos e perdas de novo, e de novo, e de novo...

Há coisas que perdemos que nunca deixamos de nos desvencilhar né? Aquela pessoa que marcou, aquele "melhor beijo do mundo" que um dia você se recusou a repetí-lo, aquela pulseira que você a-ma-va e caiu do seu braço sem você perceber, aquele guarda-chuva preferido que esqueceu no ônibus... Nossa memória (seletiva) tem um poder incrível de manter tudo aquilo que gostamos e nos fez bem, em uma certa fase de nossa vida. Na tentativa de reverter essa realidade, rasgamos fotos, evitamos músicas e qualquer tipo de registro que nos faça reavivar essas lembranças. É, como se fosse funcionar. Ahh, como o ser humano é tolo! A vida inteira tenta domar aquilo que há de mais imprevisível dentro de nós: nosso pensamento. E quando ele nos dá uma trégua de tanta informação acreditamos, inocentemente, que o controlamos. Tem dias que eu super acho que 'estou abafando', que superei todas as perdas e que a recordação não mais voltará a me assombrar. Até que minha mente me surpreende, e lá tô eu pensando nas mudanças, nas voltas que a vida dá.. E não dá. Podemos ter momentos de esquecimento, mas o que foi de grande relevância, uma hora ou outra reaparece em nossa cabeça, nos fazendo chegar a uma única conclusão: Tem coisas que perdemos que nunca deixamos de nos desvencilhar.


15 de maio.

A Assistência Social é mais do que o tratamento da condição do próximo, é também o ato de lidar com os seus conflitos internos. Dar assistência é gerar em ação o espírito solícito que há dentro de você; é suprir a necessidade alheia e, consequentemente, a sua auto-realização; é fazer a sua parte, embora tenha consciência que somente ela não mudará tudo que almejas. Servir é se entregar, é se mostrar solidário, é doar o melhor de si para um melhor para ti. Ser um profissional do Serviço Social é buscar no dia-a-dia fazer jus a luta feita há anos atrás. Foi após muita garra que em 1936 criou-se no Rio de Janeiro a primeira 'fábrica nacional de representantes dos direitos do cidadão', nascendo assim a profissionalização daquilo que até então era uma simples caridade. E é com a mesma determinação de quem foi à luta que, em sua rotina, os executores desta (bela) área abraçam as causas particulares dos usuários que atendem. Alguns profissionais trabalham com o corpo, outros, com a mente, e alguns outros com a exatidão. Nós, escolhemos trabalhar com o corpo, a alma, a razão e o coração. Parabéns à todos os Assistentes Sociais, pelo dia de hoje e pelo trabalho de sempre!
Por: Ana Carolina Mattos.

desabafei, colegas de curso.

Denúncia.

Tem gente que enjoa ao andar de barco, ao estar em altura, ao viajar... Eu enjôo de pessoas. Sim, foi isso mesmo que você leu. Não que eu ache bonita essa característica da minha personalidade, pelo contrário, gostaria de ter o dobro de paciência, mas é fato consumado: eu, definitivamente, sou de Lua nas relações sociais-afetivas. Assim como tenho dias "adoro a companhia de fulano", tenho aqueles "hoje eu não tô pra ele". E nesses dias, me afasto, me fecho, me calo, não destrato, tampouco ignoro, porém não é tão facilmente que 'mostro os dentes'. Não acontece com todos que convivo, nem com frequência ou com muita durabilidade, mas tem lá seus motivos. Sou crítica, observadora, além do mais, não é do meu perfil ser 'dada'. É de mim estar atenta ao comportamento alheio, julgar internamente e não me entregar com certa facilidade. Mesmo agindo involuntariamente, acho essencial essa análise com outro ângulo, essa minha vontade de, em determinadas horas, ver o que está acontecendo ao redor com menos proximidade. Em alguns momentos, acho que tudo isso se deve ao fato de eu já ter vivido demais, em outros (mais realistas), vejo que ainda tenho muito o que aprender. Quem sabe um dia desvendo o porquê dessas fases introspectivas.

desabafei.



The time.

Às vezes me pego pensando no quanto o tempo interfere em nossas vidas. E vejo que.. Nossa! Como ele muda nossas opiniões, vontades.. O que antes parecia a melhor coisa do mundo, vem ele (o tempo) e.. Pffff. Que patético! A torna indiferente, a ponto de você nem notar sua ausência. Assim como aquelas coisas que você jamais imaginaria fazer.. 'Olha eu aqui fazendo'. As torna atitudes normais e até cotidianas, eu diria. O tempo tem o incrível poder de causar arrependimentos e ao mesmo tempo (olha ele aí de novo!) nostalgia. Nunca é absoluto. Pode ser ótimo para uns, péssimo para outros, e em outros tempos, pode reverter esse quadro, pode ser ótimo para outros, péssimo para uns. Tem tempo que deixa saudade, tem tempo que é alívio já ter passado.. Independente de sua satisfação para com ele, uma coisa é certa: nunca podemos detê-lo. É preciso passar por todos seus estágios, por tudo que ele propõe, queira você ou não, entenda-o ou não entenda-o. O tempo é o máximo do imprevisível, pode ir de inimigo à um grande aliado, depende de como você o encara e o conduz. Esperar ele passar nunca foi a melhor opção, pois ele pode chegar com péssimas notícias. O melhor a fazer é aproveita-lo, tentar o fazer render, o fazer valer a pena. Você pode fazer com que ele passe por você com boas lembranças de ti ou você com más recordações dele. Qual opção você vai escolher? 'Tempô..'

desabafei.



À felicidade.

Um brinde àquele sentimento simples que nos faz querer viver. Àquele que te consome por inteiro quando se está apaixonado e te renova todos os dias quando se está solteiro. Poucos são aqueles que a encontram em todas as circunstâncias, que a enxergam em meio ao caos, estresse e situações imprevistas. Poucos são aqueles que buscam por ela, dia a dia, que entendem que a mesma se encontra dentro de si e abrem mão de outros sentimentos em preferência dela. Estar em seu estado mais profundo vai muito além de consumismo. Sou uma constante admiradora e propagandista dessa tal da felicidade. Como amante assumida, proponho um brinde. Um brinde àquela que nos anima, nos pertence e rege nossas vidas o/
desabafei

Recordar é viver.

Mais um ano chega ao fim e, como tradição (aqui no blog e na vida), é chegada a hora de um balanço geral. 2O1O foi, de fato, um ano 10. Foi aberto com um réveillon com pessoas especiais, teve em seu início uma viagem de férias com as amigas, um carnaval inédito (e curtido, diga-se de passagem) pelo Rio mesmo, nos blocos de Ipanema. Depois de muita praia nas férias, de volta à vida universitária tive a chance de me vingar de tudo que passei no trote da faculdade no semestre anterior. O primeiro período como veterana foi muito produtivo, com mais conteúdo e responsabilidades, consequentemente, foi um período cansativo. Infelizmente, as férias do meio de ano não foram boas o suficiente para recarregar as energias, porém o mês de julho mudou muita coisa, aliás, mudou tudo. De agosto em diante, foi praticamente duplicada a quantidade de saída, festa, noitada, reunião depois da faculdade, sensação de liberdade, empolgação... Em resumo: muita alegria e pouco estresse. Ah! O segundo semestre.. O queridinho do ano, como foi proveitoso! Nele passei a correr atrás de (quase) tudo que me fazia bem, inclusive, sonhos. De um dia para o outro botei na cabeça que este ano iria sair meu luau, eu ia ter meu aniversário como sempre quis: inesquecível. E Graças à Deus e às pessoas mais próximas, foi. No mês de outubro, agi por impulso, busquei o que estava com vontade e curti demais o que conquistei, afinal, se tudo tem sido motivo para comemorar, com meus 19 anos não iria ser diferente. Não só pelo aniversário mas sim por tudo que passei, posso afirmar: 2O1O foi marcante. Marcado por férias maravilhosas de início de ano, aventuras, praias, fofocas, risadas, vacilos, relacionamento abalado, perda de contato com pessoas queridas, início do estudo de uma terceira língua, término do curso da segunda língua, viagem com o pessoal da faculdade com histórias mega engraçadas pra contar, derrotas, chopadas, churrascos, cinemas, recaídas, momentos tensos, 1ª vez que fui num enterro, 1ª vez que andei de trem, 1ª noitada intermunicipal, Monobloco, Exaltasamba, São Nunca, Club Red, Reçaka, Mariuzinn, Palazzo, Lotus, Barkana, La Vie, Outback, Repartição e até Capone's e Medieval.. hahaha. É, este ano que agora se encerra vai deixar saudade. Mas tudo bem, vida que segue. E pra fechar 2O1O com chave de ouro tem virada de ano em Búzios com as amigas. 0% de chance de 2O11 começar ruim! FELIZ ANO NOVO, POVO!
desabafei, o ano todo.


Enigma.

Eu acredito que ser feliz não é questão de ter ou não ter. É estar bem consigo mesmo. É rir de coisas fúteis; de coisas óbvias; rir com os amigos, rir com os familiares; é rir sozinho de suas próprias loucuras. É se olhar no espelho e gostar do que vê, além das aparências. É sorrir para as coisas simples da vida. É se abrir para novas oportunidades. É, simplesmente, passar pelos problemas e não se estagnar neles. É encontrar o equilíbrio, a paz interior. É ser capaz de perdoar, contagiar, conquistar e amar quem está a sua volta. É cantar no chuveiro, contar piada internamente, poder comer aquilo que gosta, é dormir sem culpa. É querer buscar seus sonhos, anseios, perspectivas.. É levantar todas as manhãs e poder dizer: eu SOU vivo, não ESTOU vivo. Aliás, acho que ser feliz é questão de ter sim! É ter tudo que o dinheiro não compra. Porque o que é material não te faz feliz, te satisfaz. desabafei. Felizmente.


Vide Bula.

Amiga no que for possível; filha companheira; irmã implicante; parente desnaturada; namorada flexível; ficante descomprometida. Estudante de Serviço Social da UFF e Inglês e Espanhol do CCAA; interessada em aprendizado; simpática seletiva; impaciente; sincera moderada; regada a senso de humor; determinada ocasionalmente; opaca; perfeccionista; criativa; espontânea; viciada em gente; eclética; ecologicamente incorreta; gordinha tensa assumida; apaixonada por Doritos, Goiaba e Alcaçuz; praieira, twitteira, nada caseira e bloggueira nas horas super vagas. Sou dessas! desabafei.


Pede pra sair, corrupção.

Quem assistiu 'Tropa de Elite 2' pôde ver a impunidade retratada na melhor cinegrafia de todos os tempos do cinema brasileiro. Não só pela audácia de seus produtores, em expôr a corrupção oculta na vida política brasileira, como também pela qualidade em mostrar seus ideais de forma tão real. De fictício só os nomes usados, ou melhor, adaptados. Hoje entendo o porquê da não-liberação da estreia do filme antes das eleições por parte do governador (atualmente, reeleito) Sérgio Cabral. É impossível você chegar aos créditos de final de filme sem estar influenciado, emocionado e/ou revoltado. A vida nas favelas, não só nas do Rio de Janeiro mas em todo o país, é em clima de 'mata-mata'. Policial mata bandido envolvido em (qualquer que seja) atividade ilícita, bandido mata policial pelo simples fato de ser policial. Oficialmente, no dia-a-dia dos morros, quem circula por lá é: trabalhador inocente; funcionário da boca de fumo; ou está ali cumprindo seu dever como parte da corporação da Polícia. Porém, no meio dessas categorias se encontra o miliciano: aquele que se utiliza do seu poder e experiência adquirida na Polícia para passar pro outro lado, o dos estelionatários. Em troca de 'proteção', a milícia cobra taxas aos moradores e comerciantes da região, utiliza-se de meios ilegais como 'internet gato' ou 'tv a cabo' para receber mensalidade das casas e a principal função, e pior de todas elas, atrapalha o serviço dos policiais que querem trabalhar com honestidade. Agir contra o tráfico de drogas se torna uma atividade ainda mais difícil quando um ex-policial se julga 'dono do morro', causando assim, um retrocesso à tudo aquilo que o Batalhão de Operações conquistou. Como se não bastasse esse tipo de mau profissional, ainda há aquelas figurinhas conhecidas, seja pela fama que conquistaram através da mídia ou pela carreira política, que se unem aos mesmos para ganhar grande quantidade de dinheiro, como se já não fosse suficiente tudo que é roubado dos cofres públicos.. Para acabar com esta sujeirada é preciso investir fortemente não só em armamento para expansão da carnificina realizada em troca de tiros, mas sim em bons salários aos profissionais limpos como forma de incentivo e por direito também; políticas sociais para que a nova geração tenha melhores oportunidades e não veja no tráfico de drogas um ciclo vicioso; e programas de investigação para que aqueles que 'mudaram de lado' deixando de ser policiais para se tornarem bandidos tenham serviço completo, inclusive o Gran Finale: cadeia. Creio que não será fácil, pois será preciso renovar os envolvidos de todas as áreas, porém, nada é impossível. Vamos torcer para que seja como o lema do Nascimento: tarefa dada é tarefa cumprida. E não somente com faca na caveira. desabafei, 06.

O que faz você feliz?

'Comer morango com a mão
Por açucar no abacate
Brincar com melão, goiaba, romã, jaboticaba
Ou é o gostinho de infância que te faz feliz?
Cuspir sementes de melancia
Falar besteira, ficar sem fazer nada
Plantar bananeira
ou comer banana amassada
A lua, a praia, o mar
A rua, a saia, amar...
Um doce, uma dança, um beijo,
Ou é a goiabada com queijo?
Afinal, o que faz você feliz?
Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde,
Arroz com feijão, matar a saudade...
O aumento, a casa, o carro que você sempre quis
Ou são os sonhos que te fazem feliz?
Um filme, um dia, uma semana
Um bem, um biquíni, a grama...
Dormir na rede, matar a sede, ler...
Ou viver um romance?
O que faz você feliz?
Um lápis, uma letra, uma conversa boa
Um cafuné, café com leite, rir à toa,
Um pássaro, ser dono do seu nariz...
Ou será um choro que te faz feliz?
A causa, a pausa, o sorvete,
Sentir o vento, esquecer o tempo
O sal, o sol, um som,
O ar, a pessoa ou o lugar?'

(Autor Desconhecido)

Sou 19 vezes grata.

Fazer aniversário não é só bolo, festa e curtição. É um ano a mais de bagagem, experiência, e um a menos de vida, no total dos anos que você irá viver. É mais do que abrir um presente, e abrir os olhos e agradecer a Deus o presente, o passado, e pedir pelo futuro. Só em ter casa, abrigo, amigos que serão sempre ouvidos para desabafar, rir e chorar, família sempre presente e disposta a ajudar a realizar minhas vontades, e principalmente, ter o entusiasmo de acordar todos os dias e querer levantar pra viver... já me torna uma pessoa realizada, e consequentemente, agradecida. Fazer aniversário é abrir as portas para novas oportunidades, novas formas de diversão, novas companhias, novos sorrisos, novas quedas, novas vontades de ressurgir. É tudo novo de novo. Por isso, comemoro todos os dias, minha existência. Aproveitando cada minuto, como se fosse o último ou, simplesmente, mais um. Seja com meus 18 anos, 19... 50. Fazer aniversário é comemorar a maravilha de ser eu, de ser você. Obrigada Deus, Obrigada vida. Viva!
desabafei.

Palhaço: Tiririca. Circo: Brasil.

Quem é da minha geração ou de outras anteriores, conheceu o trabalho do abestado mais engraçado do país. Eu, particularmente, o adoro, rio horrrrrores, e confesso que de vez em quando recorro ao Youtube pra matar a saudade de suas frases marcantes como: ‘mas que menino, menino, menino’ ou ‘Qual é? Qual foi? Porque que tu tá nessa?’. Como palhaço e artista circense, sou fã mesmo, de carteirinha, admiro o seu trabalho e sua história de vida. Mas sua fama tem tomado rumos inimagináveis, ou imagináveis, visto como o país que vivemos está, ou seja, de mal a pior. Os brasileiros andam confundindo seu humor, com coisa séria. Ele é engraçadinho? É. Ele tem uma alegria contagiante? Sem dúvidas. Mas pra atuar na política isso não basta, aliás, nem conta. Não é porque os políticos dos últimos tempos têm sido desonestos, sujos, salafrários... Que devemos entregar uma cadeira da Câmara de Deputados à Francisco Everaldo Oliveira Silva, ou “candidato lindo” como ele próprio se define, e assume, sem vergonha, que não sabe qual será seu papel caso seja eleito. Seria bom que ele começasse a se interessar pelo seu futuro trabalho, pois, segundo pesquisas, o Senhor Florentino de Jesus, terá uma média de 1 milhão de votos. Parece brincadeira, ou aquelas votações inúteis que recreadores de festas infantis fazem do tipo: “quem gosta do papai levanta a mão?’, ‘quem faz xixi na cama?’. Mas não é. São votos válidos, e o Brasil deveria enxergar tal seriedade. Se elegendo profissionais com vasta experiência na área política já corremos o risco de sermos enganados, que dirá elegendo um deputado que antes de se inscrever conversou com, nada mais, nada menos que.. a mãe. Pior que tá, fica. Vote no Tiririca. E sejam bem vindos ao espetáculo chamado Sistema Político Brasileiro. Hoje tem marmelada? Tem sim, senhor. vixe, desabafei, si menino.


Yes, we can dream.

Os sonhos fazem parte de nós, só nos falta tempo e disposição para botá-los pra fora. Realizá-los não é tarefa fácil, toda vez que vamos alcançar algo que queremos, nos deparamos com mil obstáculos. Problemas financeiros, pessoais, familiares... E hajam dialetos da língua portuguesa pra denominar tamanhos problemas que surgem neste momento.
Faça uma lista com todos os sonhos que você tem, por mais simples que sejam. Ao lado, enumere tudo que te impede de torná-los realidade. Mais ao lado, classifique de 1 a 5 a sua vontade deles. Aqueles que tem mais de 5 impedimentos e classificação entre 1 e 3, deixe de lado, por enquanto, mas não os tire da mente. Separe os outros que restaram e volte a enumerar, mas dessa vez o que você necessita para que estes sonhos virem reais. Necessita de dinheiro para isso? Quanto será que terá que incluir no seu orçamento? É viável um financiamento? O problema é pessoal? Envolve muitas pessoas? E se você conversasse abertamente expondo suas vontades? De repente, se não tiver segurança para isso, uma ajuda profissional pode ser de fundamental importância para encorajá-lo. Uma análise, uma sessão de terapia, uma conversa com um Psicólogo... Podem ser a solução dos seus problemas e, consequentemente, a realização de seus desejos. Mas se só o tempo poderá fazê-lo realizar, espere o seu momento. Você irá adiar os sonhos e os obstáculos, mas nada que uma boa dose de força de vontade não resolva. Sonhar não custa nada, realizar sim. sonhei que desabafei


Vida imprevisível, morte mais ainda.

Se tem uma coisa na vida que é imprevisível, essa coisa é justamente a vida. Hoje estou aqui escrevendo post pro blog, amanhã posso não estar. Hoje, você está do outro lado do pc lendo esse post, amanhã você pode estar longe, tão longe que distância nenhuma pode mensurar. Viver e morrer são fatores que ultrapassam qualquer entendimento. Ninguém sabe dizer ao certo qual é melhor ou pior, a não ser quem já passou pelos dois, e óbvio, não está mais entre nós pra contar história. Segundo a música de Renato Russo: 'viver é foda, difícil é morrer'. Já a crença popular, muitas vezes quer dizer que 'morrer é tranquilo, complicado mesmo é viver'. É estranho (e assustador, demais) pensar que não somos 'nada'. Passamos aaaanos construindo algo, correndo atrás de sonhos, conquistando alguns deles, e chega uma certa hora da vida que ficamos sós, conosco. Somos nós e nossas almas, apenas. Sabe-se lá pra onde nós iremos. E o resto, tudo aquilo que nos pertencia (amigos, família, e coisas materias) vão ficar aqui, naquele momento onde ricos e pobres se igualam, vulgo, bater as botas, fechar o paletó, subir pro andar acima, encontrar o Zé Maria...
Vou confessar que já quis morrer, não por falta de vontade de viver, mas pra ver quem choraria. Quando era pequena (quer dizer, menor), imaginava mil possibilidades de como poderia ser a morte: como num presídio, a gente morria, via quem sentiu nossa falta, e depois de um tempo, quem tivesse um bom comportamento poderia ter uma segunda chance; como no filme 'O Auto da Compadecida', a gente morria, logo depois alguém tocava uma gaita e a gente voltava; ou como o trenzinho que tem em Cabo Frio, onde a gente saía sem destino e parava em um lugar completamente diferente do que vivemos.
Embora minha imaginação seja fértil e minha curiosidade gigantesca, não quero saber qual é a real forma da morte. Aguento muito tempo ainda pra desvendar esse mistério ;) tá Deus? desabafei!


Sou implícita.

Não sou de me explicar, de dar satisfação, nem de contar exatamente tudo que cabe à mim aos outros. Tem coisas que você não tem vontade (nem a necessidade) de comentar com ninguém. Não sou de me entregar à pessoas recém-conhecidas. Tem formas mais verdadeiras de mostrar amizade, além de palavras, beijos e abraços. Não sou de fazer barraco, nem de discutir em público. Tem horas que levar desabaforo pra casa é preciso. Não sou do tipo de pessoa que pede a opinião alheia no que executa. Ter personalidade é tudo nessa vida. Não preciso beber para aparecer. Tem como você se divertir sem, necessariamente, perder a linha. Não costumo demonstrar tristeza. Tem jeito pior de ficar mais triste do que ficar remoendo angústia?

não desabafei, não sou explícita.

Sexta-feira 13 é o ano todo.

Azar é chegar no ponto de ônibus, estar mega atrasada e ver o ônibus que você precisava pegar saindo. Azar é estar urrando de fome no café da manhã, e o único pão da casa cair no chão com a parte do requeijão, justamente, virada pro chão. Azar é faltar luz no final de um texto que você estava escrevendo há horas e não tinha salvo no computador. Azar é querer ficar com alguém que você não pôde ficar porque estava namorando, e quando você termina, a pessoa estar namorando. Azar é esperar o dia inteiro pra ver seu seriado preferido de domingo, ligar a TV e perceber que a TV a cabo está fora do ar, o obrigando a escolher entre Domingão do Faustão, Programa do Gugu ou Eliana. Azar é perder sua carteira de identidade na véspera do seu aniversário de 18 anos. Azar é estar andando numa rua movimentada e o pombo cagar só na sua cabeça. Azar é chegar numa loja, se identificar com uma roupa e ter todos os outros números menos o seu. Azar é falar pro chefe que vai ao enterro de algum parente pra ir ao shopping, e chegando lá dar de cara com ele. Azar é sair de casa com o dinheiro contado, o perder na rua e voltar pra casa a pé. Azar é o seu!


desabafei, hoje não é meu dia de sorte.

quem?

quem nunca assoprou fitas de videogame?
quem nunca cantou em frente ao ventilador?
quem gosta de ser chamado de ném?
quem nunca pegou atestado?
quem nunca apertou o controle com força por que a pilha estava fraca?
quem já viu filhote de pombo?
quem nunca falou: 'Se o telefone for pra mim eu não tô não'?
quem nunca sonhou que tava caindo e acordou desesperado?
quem conhece vovôs gêmeos?
quem nunca quis patinar no Carrefour?
quem nunca ficou rabiscando enquanto falava com alguém ao telefone?
quem sabe explicar o mistério do bocejo coletivo?
quem já viu de tudo nessa vida?

Ninguém. Quem respondeu "Eu!" em pelo menos 3 das perguntas acima, não vive, vegeta.

desabafei ué. quem nunca desabafou?

Vida Injusta

É bloggeiras, ser mulher não é fácil né? Tava pensando no quanto gastamos e sofremos para estarmos sempre bem e cheguei à uma conclusão: se eu fosse homem, eu estaria nadando em dinheiro. O Porquê? Simples. Exemplo básico: quando temos um encontro especial com nosso boyfriend, peguete, amigo colorido ou preto e branco, não gastamos só na hora de pagar, ou em alguns casos de cavalheirismo, na hora de rachar a conta. Os gastos já começam no pré-evento, nos preparativos para o grande momento. Roupa, sapato, bolsa combinando com a roupa, com o sapato e com a ocasião, cabelo, unha do pé e da mão, depilação, maquiagem, perfume, hidratante, e até.. lingerie! Dependendo do grau de intimidade do casal ;) E eles? Gastam no máximo R$1,99 com prestobarba, botam aquela calça jeans que mesmo você sendo detetive do FBI nunca descobre se é igual as outras que ele tem, escolhem uma blusa aleatoriamente no armário, e calçam aquele tênis uniforme, que é o mesmo que usa na faculdade, na igreja, no casamento, no aniversário de 1 ano do primo, no enterro do pai desse primo.. enfim, praticamente uma tatuagem, que não sai mais do corpo.

A raiva chega quando, após hooooras de sacrifício, eles não reparam, sequer elogiam, e principalmente, não ligam no dia seguinte. Dá vontade de botar etiqueta em tudo e devolver prá loja alegando defeito de fábrica, não funcionou como deveria, ou seja, causar o 'bofe'.

Nesses momentos, me revolto contra meus pais. Por que me fazer Ana Carolina se poderiam ter me feito um Carolino, Carlos, João, Zezinho...? Ai, a vida seria muito mais fácil (e farta) se eu tivesse nascido com um objeto entre as pernas. Porém, ser mulher tem lá suas vantagens, podemos culpar a TPM quando não estamos com vontade de fazer algo, ou com vontade demais; não somos chamadas de sapatão se vamos ao banheiro com alguma amiga nem se usamos blusa masculina quadriculada (aliás, essa peça é super tendência, hoje mesmo comprei umazinha, fica lindo com regata branca por baixo, meninas!); pagamos menos em noitadas e casa de shows; se somos traídas somos vítimas e sempre sabemos que o filho é nosso! No fundo, no fundo, eu amo ser mulher, mas de vez em quando me caaaaaaaansa..

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post que escrevi como Blogueira Convidada do blog: http://www.euvouascompras.blogspot.com VALE SUPER A PENA CONFERIR ESSE BLOG, meninas! ;)
desabafei lá!

Palavra-chave.

Logo nos primeiros meses de vida, você já tem contato com elas. Seja com um primo próximo, um vizinho ou irmão de leite. Com o passar dos meses, você irá adquirir várias delas ao começar a frequentar o parquinho perto da sua casa, ao entrar na escolinha, ao ir à festinhas, entre outros ambientes onde há contato social. Nesses locais, você irá criar e alimentar essas tais coisas. A cada brincadeira, a cada abraço, a cada mão estendida àquele que caiu, a cada compartilhamento de brinquedo, mesmo contra a sua vontade, você irá criar laços, estes cada vez mais fortes.

Você vai crescer, vai atingir os seus 3, 4, 5 anos e fazer várias, na escola, na colônia de férias, na praia.. aaah! Na praia! Quem nunca fez uma ao construir castelinhos de areia que atire a primeira pedra. Nesta idade, a duração delas são mais curtas, visto que você não tem independência de manter grande contato com elas frequentemente.

As fases da sua vida vão mudar, e elas vão estar ali, acompanhando cada passo seu, crescendo e amadurecendo juntas à você.

Na adolescência, não tem fase onde elas estejam mais presentes, como nessa, dos 14, 15 anos em diante. Com elas, você vai passar grande parte do seu dia, vai tirar dúvidas, dividir tristezas e alegrias. Elas são importantíssimas para o processo de formação do seu caráter, pois podem ter influência positiva ou negativa sob sua vida. Basta você saber separar as vontades delas com as suas, os princípios delas com os seus. Você vai confiar nelas, vai contar seus segredos, a pessoa que você gosta, o primeiro beijo, como foi a sua primeira vez, a briga que teve com seus pais ou com seu namorado... Vai trocar com elas roupas, sapatos, fofocas, e até dinheiro. Vai fazer companhia à elas em festas de 15 anos, cinemas, noitadas.. o que suas idades irão permitir.

Nesta fase, da adolescência e juventude, você irá aumentar bastante a quantidade delas. Mas também, será essencial para você perceber a qualidade das mesmas. Muitas vezes você irá pensar que algumas são do tipo verdadeira ou 'para sempre' e com o tempo vai perceber que não eram tão legítimas assim.

Na fase adulta, você irá levar somente as mais fortes. As que mais se destacaram ao longo dos anos, e aquelas que você mais tem cumplicidade. Porque, ao ter mais responsabilidades, você querendo ou não irá se afastar destas, e só as com um alto grau de afinidade irão permanecer. Você irá estudar mais, trabalhar, ter seu marido, seu lar, seus filhos... mas não deixará de saber que com elas sempre poderá contar, desabafar, e estar. Fisicamente ou juntas apenas no coração.

À essas Deus deu o nome de AMIZADES, e são verdadeiros presentes.

Feliz dia do amigo!



desabafei, amigos ;)