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Write some words about you and your blog here

Que meda!

Com medo de não dar certo, muita gente nem tenta. Com medo de assumir seus erros, muita gente desconta em quem não tem nada a ver com isso. Com medo da opinião alheia, muita gente esquece que só colhe quem semeia. Com medo da enganação, muita gente deixa pra trás uma palavra chamada confiança. Com medo da resposta, muita gente não pergunta. Com medo dos sentimentos da razão, muita gente pensa com o coração. Com medo da morte, muita gente tem uma vida restrita. Com medo de uma possível decepção, muita gente prefere dizer não. Com medo de não ser aceito, muita gente não se ama. Com medo da liberdade, muita gente abre mão da felicidade. Com medo da entrega muita gente acaba na solidão. Com medo, muita gente prega o desapego. Com esse mesmo medo muita gente deixa escapar amigos, amores, misto de sentimentos, momentos inesquecíveis.. Eu tenho medo é de ter medo. desabafei!

Momento Plágio.

'"Eu te amo" não diz tudo! Você sabe que é amada porque lhe disseram isso? A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas, e que dá uma sacudida em você quando for preciso. Ser amada é ver que ele lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é ver como ele fica triste quando você está triste, e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água. Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro. Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; um não levanta a voz, mas fala; Quem não concorda, mas escuta.'

- Arnaldo Jabor

Toda mulher já teve.

Uma bela (e larga) calça boca de sino. Cinta para segurar os 'pneus'. Suquíni com a parte de baixo no estilo coador de café. Bambolê do É o Tchan. Calça Jeans manchada ou desfiada no joelho e coxa. Tênis que acendia luzinha, com rodinha ou para os mais estilosos: o com salto, imitação do grupo Fat Family. Cordão feito com miçangas e nylon. Sandália com saltinho de 3 cm e algumas fitas. Balança de banheiro para se pesar logo após a refeição. Tamagotchi, que era tratado como um filho. Tiaras coloridas. Cinto de couro pra combinar com aquela bota de couro também, e sair na rua como se estivesse indo pra Barretos. Pacotes de barra de cereal na bolsa para matar a fome e o peso na consciência. Jaqueta jeans claro com pelos na gola, como se fosse usar no Pólo Norte. Pulseirinha 'do reggae'. Fichário dos mais variados desenhos animados. Calça capri, parecendo que faltou pano (e/ou dinheiro) pra comprar o resto da calça comprida. Postêr do seu ator, cantor, ou algum bonitinho preferido. Meia de bichinho. Patinete. Saia de pano abaixo do joelho. Brinquedo da Eliana. Blusa de um ombro só coladinha no corpo realçando os quilinhos a mais (de algumas). Cabelo 'Chitãozinho e Chororó' ou 'Paquitas'. Óculos com a lente rosa, amarelo, azul, fumê... Vontade de conhecer a Xuxa, a Disney, crescer e saber qual a próxima moda. Porque, sim, na época usava,mas atualmente são coisas mega cafonas. desabafei!


Balanço Geral.

Mais um ano se encerra, e acho que todo mundo para por um momento e pensa no que fez, no que deixou de fazer e no que fará, ou pretende. Não precisa ter detalhes, nem pensar em tudo o que aconteceu ao longo do ano, porém uma retrospectiva introspectiva faz muito bem, para que possamos mentalizar o que não irá se repetir ou o que irá continuar no ano que se inicia. O meu ano de 2009, foi.. como posso dizer? Não vou dizer único, pois todo ano é único, mas que aconteceram coisas que só acontece uma vez, aaah isso eu não posso negar. Foi um ano especial e feliz, que deixou muita alegria e gostinho de quero mais. A aprovação no vestibular, as férias de 6 meses, o carnaval em Búzios, o dia 12 de maio, o primeiro semestre na faculdade, as novas amizades, a chegada da maioridade, a comemoração da mesma, um ano de namoro... sem citar, os dias perfeitos na praia, cinema, ou qualquer programinha ao lado daquele que eu amo. Foi um ano 'divisor de águas', e por se tratar de um ano de transição, não poderia deixar de ter aprendizados. Aprendi a ter mais responsabilidade, pensar antes de agir e falar, e principalmente, a lidar com as diferenças. O que é fundamental em qualquer relação, seja ela entre amigos, colegas de classe, conhecidos e namorados. No geral, foi maravilhoso. Adorei, de janeiro à dezembro, de um reveillón à outro. Para o próximo ano, tenho desejos maiores. Que a paz em família continue, que minha saúde e alegria permaneçam em mim, que meu namoro prossiga me fazendo feliz e dando tão certo... porém, quero mais. Mudanças na área profissional, realização de sonhos, auto-conhecimento, determinação e sucesso nas escolhas. Desejo alcançar (ou ao menos tentar) tudo que anseio e não tive disposição e coragem de correr atrás neste ano que passou, desejo mais momentos inesquecíveis, incomparáveis e eternos, desejo mais vontade de viver e menos medo de morrer, desejo um ano de mais amor com meu amor, mais justiça, mais verdade, superação, pazes e felicidade. E quer saber? Desejo o mesmo à você! Que venha 2O1O!
FELIZ ANO NOVO, PESSOAS!

Por Gentileza.

Ultimamente tenho descoberto a história de um conhecido profeta. Muitos já ouviram falar sobre Gentileza, poucos conhecem José Datrino e param pra pensar sobre a importância, seriedade e motivo de sua famosa trajetória como "José Agradecido". Após a tragédia do Gran Circus Norte-Americano, ali em Niterói, em dezembro de 1961, ele ofereceu consolo e solidariedade aos parentes das vítimas e, após isso, começou a andar pelo país pregando o desprendimento ao mundo material e valorização do sentimento gentil. Mas pra você o que é gentileza? Será que nós, que vivemos apressados pelas ruas da cidade, esquecemos o sentido dessa palavra? Muita gente culpa a ausência dessa consciência ao dinheiro, à situação econômica que vive, já que.. tem dificuldades em se manter, como doará ao próximo, certo? Errado. Ninguém deve deixar sua moradia, abrir mão completamente de sua vida econômica e andar pelas ruas vestindo túnica branca, cabelos e barba longas, para ser considerado (ou considerar-se) uma pessoa gentil. Ser gentil não é, necessariamente, desprender-se da vida material, ou dar grandes quantias à orfanatos, asilos ou entidades parecidas. A melhor forma de se mostrar solidário é doando o que a maioria das pessoas no mundo, sejam elas ricas ou pobres, carece: atenção. Um sorriso, um abraço sincero, uns minutos de conversa, um olhar que transmita interesse em ouvir um desabafo, uma resposta simpática à uma pergunta simples, além de um obrigado, com licença, por favor, bom dia, perdão... Pode mudar completamente o dia, ou até a vida de uma pessoa. Não espere a próxima enchente no Sul, ou próxima edição do Criança Esperança pra se sentir a melhor pessoa do mundo, como se tivesse livre de dar atenção ao próximo pelos próximos meses. Sempre tenha em mente que tudo que você faz um dia volta pra você. Cada um colhe o que planta. Gentileza gera Gentileza!

Dispensa títulos (;

23 de novembro de 2008. Pra ela, mais um show com ele. Pra ele, em mente um dia que poderia ser especial. Até então, tudo normal. Fila. Revista. Entrega de ingresso. Entrada no show. Conversas. Carinhos. Risadas. Pessoas chegando. Lugar enchendo. Apresentação de bandas enquanto não começava o show da banda principal. Poderia ser um show como outro qualquer. Mas não. Num certo momento, uma frase dela seguida de um beijo no rosto: 'Gosto muito de você sabia?' O tempo parou. Ele parou. Pensou. Reagiu surpreendentemente com um discurso inesquecível: 'Treinei em casa o que falar, mas quando tô com você não consigo dizer tudo que queria... não me vejo mais sem você, não paro de pensar em você... Quer namorar comigo?' Ele soltou. Ela adorou. Sem pensar duas vezes ela aceitou. 'Quero'. Aquilo que rolava há 1 ano e 3 meses se oficializou. Tudo mudou. Pra melhor. Sintonia e vontade de estar juntos já existia. Apartir de então, mais momentos, mais liberdade, a história deles estava só começando. Convivência, festas de família, namoro em casa, saídas, festas dos amigos, boa sorte nas provas, torcida, notícias dos resultados, parabéns, compras no shopping, troca de presentes, amigo oculto de família, Natal, Ano Novo, Férias, cinemas, idas à praias, resultado do vestibular, comemoração, ciúmes, brigas, diferenças na personalidade, mais discussões, pazes, alegria, beijos marcantes, conversas verdadeiras, desabafos, promessas, declarações de amor, amizade, cumplicidade, fidelidade, felicidade, sinceridade. Um namoro diferente, indescritível, cada vez mais essencial. Ela o ama! Essa garota sou eu, esse namoro é o nosso. 1 ano de muito amor. Por mim, o primeiro de muitos. Que seja eterno enquanto dure, que dure para sempre. Amém!


Viva La Vida.

Sempre me pego pensando na vida, no medo que tenho de perdê-la e como pode alguém abrir mão dela. Pra mim o suicídio, além de ser o pior dos pecados, é uma loucura, uma insanidade total, um verdadeiro desperdício. Enquanto tanta gente no mundo luta dia-a-dia para permanecer vivo, outras pessoas simplesmente desistem do direito de viver. Já diria aquele sábio ditado popular: 'pra tudo na vida tem jeito, só não tem jeito pra morte'. Não há nada na vida que seja insuperável. Não há problema nenhum que possa ser maior do que o dom da vida. Viver é uma dádiva, é um presente de Deus pra cada um de seus filhos. Mas a qualquer momento, INFELIZMENTE, Ele pode tomar de volta. Eu, particularmente, tenho muito (muito mesmo!) medo de ter que 'devolver esse presente' cedo. Medo de não dar tempo de fazer tudo que eu pretendo (que não é pouca coisa!). Medo de nunca mais poder curtir tudo de bom que a vida tem a oferecer... Mas entre inseguranças e receios, tento fazer com que cada momento seja o melhor possível. Aproveito como se fosse o último. Agarro com unhas e dentes, literalmente, qualquer oportunidade de sorrir, me alegrar, me sentir viva. Sempre valorizei muito a (minha) vida, mas ontem ví um filme no cinema que sem sombra de dúvidas, é uma lição, aprendi que devo valorizar muito mais. Nunca chorei tanto assistindo um filme quanto me derramei em lágrimas assistindo 'Uma prova de amor'. Além de chorar do início ao fim, pude ver (mesmo que cinematograficamente) a luta de uma menina contra um câncer e o envolvimento de toda sua família. Em seus últimos momentos, ela fez intensamente aquilo que nós, seres cheios de saúde, muitas vezes não fazemos: se entregar à vida. Pode ter sido pouco, mas ela com certeza se foi feliz, realizada. Foram alguns minutos que para ela duraram uma eternidade. E são esses momentos que eu quero ter. Aqueles fatos simples da vida, que o dinheiro não compra, mas que ficam pra sempre em nossa memória. desabafei!


RECOMENDO! 'Uma prova de amor' :')
→ http://www.youtube.com/watch?v=cftRPKedCkU

Um belo texto, por sinal.

Experimente, acredite, sonhe e ouse! Arriscar-se é viver. Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental. Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver. Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro. Amar é arriscar-se a não ser amado. Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer. Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção. Tentar é arriscar-se a falhar. Mas, é preciso correr riscos. Porque o maior azar da vida é não arriscar nada. Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são. Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza. Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver.
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas. Abrem mão de sua liberdade. Só a pessoa que se arrisca é livre. "Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.Não se arriscar é perder a vida.."
(Soren Kiekegaard)

Era ou sou?

"Era dos olhares o mais profundo. O mais surpreendentemente e também o mais frágil. Revelava uma vontade urgente de levar o mundo pra dentro de si mesma. Tinha um coração vibrante, livre, mas ainda de menina. Aliás, misturava a traquinagem de garota com a coragem de mulher em uma sintonia quase perfeita.Tinha necessidade de tudo. Ignorava os ‘nãos’... nada a fazia parar. Pra ela não havia fronteiras entre o conhecido e o novo. Era impulsiva. Persistente. Perigosa.Capaz de se doar completamente mas também de uma displicência por vezes imperdoável. Contava com uma sinceridade agressiva que fazia graça e fazia confusão.Não guardava rancor. Nem se vingava. Mas exigia. Só que não exigia muito não. Gostava das coisas simples... um gesto a fazia feliz. Tinha o cabelo loiro-escuro-acinzentado. Coxas grossas. Rosto marcante. Tão marcante quanto a personalidade que se manifestava sempre subitamente. Não tinha vergonha. Sentia mesmo. Mostrava mesmo. Agarrava-se às ilusões como quem se agarra à última molécula de oxigênio. Gostava de pão de queijo. Era curiosa. Instintiva. Inconstante. Surpreendente.Modos brutos. Mãos delicadas. Carinhosa. Pedia colo. Queria tanta atenção quanto era capaz de dar, não sabia que essa era uma virtude que lhe era peculiar.E sofria. E perdoava. E começava tudo outra vez. Ouvia. Falava. E ouvia e ouvia e ouvia: quase sempre preferia o silêncio. Dizia que não esperava. Mas esperava. Dizia que não queria. Mas queria... defesa comum pra quem queria ser tão intensamente. Ganhava até quando perdia. Tinha medo. E não tinha medo. Na dúvida, se arriscava. Só aprendia vivendo. Por isso vivia. Vivia não. Ela transbordava."
Por: Beatriz Antunes.

ATENÇÃO:

Devido ao imprevisto ocorrido, o blog hoje será usado como normalmente é usado entre a maioria dos 'bloggeiros': como diário online. Nada de dissertações na 1ª pessoa do plural, nem frases demagogas.
Lá vai...


É, hoje definitivamente não foi um bom dia. Não acordei com o mesmo senso de humor, e tive que usar a minha (falta de) paciência logo cedo. Perdi a hora e, consequentemente, uma palestra que poderia ser importante pra formação acadêmica. Saí de casa, atrasada como sempre, na esperança de me distrair e voltar melhor do que saí. Na viagem de um ponto de ônibus à outro, uma surpresa me deixou bastante entusiasmada com a feliz concidência. Na faculdade, me mantive quieta na maior parte do tempo, prestando atenção única e exclusivamente ao filme que posteriormente eu deveria responder algumas questões numa folha. Dever cumprido, entregue e saio eu da faculdade. No caminho até o terminal, preferi (mais uma vez no dia) manter meu silêncio pra que não seja desagradável, na verdade queria ter citado uma frase típica de Orkut: Ser simples é ser incrível, porém a vontade de manter a paz falou mais alto. Adiante, uma parada na barraquinha do cachorro-quente com as 4 meninas. Realmente, hoje não era meu dia. Derrubo um terço do recheio do hot-dog no pé de uma amiga, a outra parte na minha blusa e o que me resta... como calmamente pra não cair o pouco que sobrou. Depois dessa preferi nem parar mais em lugar nenhum, e aproveitei a chance de ter sido liberada cedo, pra chegar 1 hora antes em casa. Na viagem de volta, uma troca de mensagens me alegra. Quando chego em casa, o celular toca, mais uma. Me preparo para ler uma mensagem como as outras, mas não. Confesso que precisei ler essa mais umas 2 vezes, no mínimo. Em minha mente, tenho plena conciência que não falei aquilo, que se trata de um mau entendido, e que só precisava que confiasse em mim. Mas não é tão simples assim, as pessoas não tem bola de cristal, e se não quiserem me ouvir não ouvirão. Na mesma hora, lágrimas. Por que motivo já que não tenho a temer? O sentimento de calúnia magoa, magoa muito. Você saber que tal acusação não procede e você nada pode fazer além de se defender, entristece demais. Não tô sendo exagerada, nem fazendo tempestade em copo d'água. Mas se tem alguém no mundo que se incomoda tanto com injustiça esse alguém sou eu. Talvez por já ter sofrido poucas e boas (pra não dizer ruins) devido à essa palavra tão injusta que é a injustiça. Ou talvez por tentar sempre agir com sinceridade, por assumir os erros e pedir desculpas (por mais delicada que seja a situação), e por tentar esclarecer ao máximo um mau entendido antes de apontar alguém pelo que não fez. E pior do que a etapa tentativa de esclarecimento é a possível consequência desta: a de não conseguir expressar o que se passa. Mas tanta insistência e, algumas vezes, falta de orgulho tem uma explicação: amar demais.
Ainda bem que já passa da meia-noite e o dia que eu não deveria ter levantado da cama, acabou. Amanhã será um novo dia e se Deus quiser, melhor que esse.


desabafei, mais do que nunca.